Moratória para clientes particulares

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O Santander complementa a Moratória do Estado para o crédito à habitação própria e permanente, colocando à sua disposição uma solução para suspender no imediato as prestações de capital em todos os seus créditos.

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Qual o objetivo de uma moratória para crédito a particulares?

No contexto da pandemia COVID-19, é previsível que o rendimento mensal de muitas famílias seja afetado de forma temporária. Nesse sentido, uma suspensão temporária do pagamento das prestações de contratos de crédito hipotecário, crédito para educação e outro crédito não hipotecário, nomeadamente crédito pessoal, permite reduzir o impacto no dia a dia das famílias, neste período difícil para o País.

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Em que consiste a moratória para particulares anunciada pelo Estado?

O Estado aprovou uma moratória de natureza pública, estabelecida pelo Decreto-Lei n.º 10-J/2020, de 26 de março (conforme alterado pela Lei n.º 8/2020, de 10 de abril, pelo Decreto-Lei n.º 26/2020 de 16 de junho e pela Lei n.º 27.º-A/2020, de 24 de julho), contendo medidas excecionais de suspensão temporária de cumprimento de obrigações de contratos de crédito hipotecário e crédito para educação, aplicável aos clientes particulares que preencham determinados requisitos de elegibilidade.

A adesão à Moratória do Estado permite aos clientes particulares optarem por:

 

  • Para créditos com pagamento de capital no final do contrato que se vençam até 31 de março de 2021, uma prorrogação da data de vencimento contratualizada, por um período de 12 meses.
  • Para créditos com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias, uma de duas alternativas: 

(i) Opção carência de capital: Até 31 de março de 2021, só paga juros, comissões e demais encargos. A partir de 1 de abril de 2021, pagará prestações de capital e juros, considerando o capital em dívida na data de adesão à Moratória, havendo uma extensão da data de vencimento contratualizada, por um período idêntico ao de permanência na Moratória.

 

(ii) Opção carência de capital e juros: Até 31 de março de 2021, não paga juros nem amortiza capital. Os juros serão capitalizados em cada data de pagamento de juros, e no final do período da moratória, são adicionados ao capital em dívida do contrato de crédito. No caso de contratos de crédito com pagamento mensal de prestações, o Banco abdica da capitalização mensal dos juros, efetuando apenas a capitalização no final do período da moratória. As prestações são recalculadas com base no capital em dívida que inclui a capitalização de juros, havendo uma extensão do contrato atual pelo período de permanência na moratória. O pagamento dos demais encargos devidos ao Banco no contrato de crédito será suspenso durante o período da moratória, sendo o plano contratual de pagamento desses encargos estendido automaticamente pelo período de permanência na moratória.

 

A Moratória do Estado abrange crédito hipotecário (bem como locação financeira de imóveis destinados à habitação) e crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional), contratado até (e incluindo) 26 de março de 2020.

 

Podem aceder à Moratória do Estado, os clientes particulares residentes ou não residentes em Portugal que preencham cumulativamente as seguintes condições (Requisitos de Elegibilidade):

 

  • Em 18 de março de 2020, não estavam em mora ou com prestações em incumprimento há mais de 90 dias junto do banco ou, estando em mora ou incumprimento, não cumpram o critério de materialidade (previsto no Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2019 e no Regulamento (UE) 2018/1845 do Banco Central Europeu, de 21 de novembro de 2018), e não se encontrem em situação de insolvência, ou suspensão ou cessão de pagamentos, ou estejam a ser objeto de execução judicial por qualquer instituição junto da qual tenha um contrato de crédito;
  • Relativamente à situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Segurança Social (caso aplicável): (i) tenham a situação regularizada na aceção, respetivamente, do Código de Procedimento e de Processo Tributário e do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, não relevando até ao dia 30 de abril de 2020, para este efeito, as dívidas constituídas no mês de março de 2020; ou (ii) tenham uma situação irregular cuja dívida seja um montante inferior a 5 000 euros; ou (iii) tenham em curso processo negocial de regularização do incumprimento; ou (iv) realizem pedido de regularização da situação até 30 de setembro de 2020
  • Estejam numa das seguintes situações específicas ou pelo menos um dos membros do seu agregado familiar está numa das seguintes situações específicas:

- Situação de isolamento profilático;

- Situação de doença;

- Assistência a filhos ou netos;

- Trabalhadores de empresas que tenham colocado os seus trabalhadores em redução do período normal de trabalho ou suspensão do contrato de trabalho, em virtude de crise empresarial;

- Situação de desemprego registado no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP);

- Elegíveis para o apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente;

- Trabalhadores em estabelecimento ou atividade que tenha sido objeto de encerramento determinado durante o período do estado de emergência ou durante a situação de calamidade, por imposição legal ou administrativa; ou

- Situação de quebra temporária de rendimentos de pelo menos 20% do rendimento global do seu agregado familiar em consequência da pandemia da doença COVID-19.

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Em que consiste a Solução de Moratória Santander?

A Moratória Santander abrange crédito hipotecário (bem como locação financeira de imóveis destinados à habitação) e crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional), apenas para os clientes particulares que não evidenciem ter a sua situação regularizada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social) e crédito não hipotecário; e outro crédito não hipotecário, nomeadamente crédito pessoal, até 75 000 euros. A Moratória está disponível para créditos contratados até (e incluindo) 26 de março de 2020.

A Associação Portuguesa de Bancos (APB) aprovou também moratórias de natureza privada, em conformidade com o protocolo de 15 de abril de 2020 (conforme alterado), contendo medidas excecionais de suspensão temporária de cumprimento de obrigações, que também inclui crédito hipotecário (bem como locação financeira de imóveis destinados à habitação) e crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional), nestes casos para os clientes que, relativamente à sua situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social (caso aplicável), (i) não evidenciem ter a sua situação regularizada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social ou (ii) não evidenciem estar numa das situações de elegibilidade previstas na Lei para os casos em que não tenham a sua situação regularizada e, para a generalidade dos clientes, outro crédito não hipotecário (nomeadamente crédito pessoal) até 75 000 euros. 

 

A Moratória Santander materializa a disponibilização aos clientes destas moratórias de natureza privada, permitindo aos particulares optarem por:

 

  • Para créditos com pagamento de capital no final do contrato que se vençam até 31 de março de 2021, uma prorrogação da data de vencimento contratualizada, por um período igual ao prazo de vigência da moratória, a contar da data de vencimento contratualizada.
  • Para créditos com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias, uma de duas alternativas:

(i) Opção carência de capital: durante o período da Moratória, só paga juros, comissões e demais encargos. Quando termina o período da Moratória, o cliente pagará prestações de capital e juros, considerando o capital em dívida no momento do pedido da Moratória, havendo uma extensão da data de vencimento contratualizada, por um período idêntico ao de permanência na Moratória.

 

(ii) Opção carência de capital e juros: durante o período da Moratória, não paga juros nem amortiza capital. Os juros serão capitalizados trimestralmente, e no final do período da Moratória, são adicionados ao capital em dívida do contrato de crédito. As prestações são recalculadas com base no capital em dívida que inclui a capitalização de juros, havendo uma extensão do contrato atual pelo período de permanência na Moratória. Os demais encargos, contratualmente previstos (ex. comissões bancárias) poderão continuar a ser cobrados pelo banco, nos exatos termos previstos no contrato de crédito..

 

A Moratória Santander abrange:

 

  • Crédito hipotecário (bem como locação financeira de imóveis destinados à habitação) e crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional), apenas para os clientes particulares que não evidenciem ter a sua situação regularizada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social) e crédito não hipotecário; e
  • Outro crédito não hipotecário, nomeadamente crédito pessoal, até 75 000 euros.

 

A Moratória está disponível para créditos contratados até (e incluindo) 26 de março de 2020.

 

Podem aceder à Moratória Santander, os Clientes particulares residentes ou não residentes em Portugal que preencham os Requisitos de Elegibilidade, com exceção da evidência de situação regularizada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social.

Limite de idade

Qual a duração da Moratória?

Confira os prazos da Moratória Santander e da Moratória do Estado.

Na Moratória do Estado, a data de início da Moratória coincide com a data do pedido de adesão (sem prejuízo da necessidade de validação do pedido pelo banco). A Moratória vigora até 31 de março de 2021 ou 30 de setembro de 2020 (caso o cliente comunique ao banco, até 20 de setembro de 2020, de que não pretende beneficiar de prorrogação legal até 31 de março de 2021).

 

Na Moratória Santander, a data de início da Moratória coincide com a data do pedido de adesão (sem prejuízo da necessidade de validação do pedido pelo banco e da formalização de aditamento contratual). A Moratória de Crédito Hipotecário vigora até 31 de março de 2021 e a Moratória de Crédito Não Hipotecário vigora por 12 meses, não ultrapassando 30 de junho de 2021.

 

O cliente pode, em qualquer momento de vigência da Moratória, solicitar que sejam retomados os reembolsos de capital e/ou de juros do contrato de crédito, sem prejuízo (caso aplicável) da prorrogação do prazo do contrato de crédito, por via da Moratória. No caso da Moratória Santander, para este efeito é necessário formalizar um aditamento contratual ao contrato de crédito.

Condições de acesso

O que preciso fazer para aderir?

Para a Solução da Moratória Santander, o processo de adesão é simples, e pode submeter o pedido no NetBanco. Para a Moratória do Estado, é necessário que se encontre numa das situações definidas para acesso e apresente documentos.
 

No caso da Moratória do Estado, o pedido deverá ser remetido ao banco em suporte duradouro, preferencialmente de forma eletrónica, através do formulário disponibilizado para o efeito no NetBanco, ou realizado por telefone (+351 210 526 660). 

 

Na Moratória Santander, o pedido deverá ser remetido de forma eletrónica através do formulário disponibilizado para o efeito no NetBanco, ou realizado por telefone (+351 210 526 660).

 

Para o efeito, é necessário que:

  • Selecione os tipos de crédito a serem abrangidos pela(s) Moratória(s);
  • Selecione se pretende aderir à Moratória do Estado e/ou à Moratória Santander, bem como a opção de suspensão a que pretende aderir;
  • Assuma a responsabilidade de declarar que preenche os requisitos de elegibilidade, aplicáveis à Moratória a que pretende aderir.

 

Para a Moratória do Estado é ainda necessário evidenciar ter a situação regularizada junto da Segurança Social e da Autoridade Tributária e Aduaneira, apresentando documentos  comprovativos. Estes documentos podem ser obtidos diretamente pelo cliente junto destas entidades, acessíveis on-line.

 

Para as Moratórias Santander é suficiente a apresentação do pedido de adesão, não sendo necessária a apresentação de documentação comprovativa.

 

O pedido deve ser apresentado pelo titular do crédito.

 

Em caso de pluralidade de devedores, e no caso da Moratória do Estado, o pedido pode ser apresentado apenas por um dos titulares, desde que seja o titular que preencha os requisitos de elegibilidade.

 

Na Moratória Santander, o pedido pode ser apresentado apenas por um dos titulares, desde que seja o titular que preencha os requisitos de elegibilidade, confirme que tem a autorização dos demais titulares e (caso aplicável) dos garantes, autorizando o banco a contactá-los para obtenção de esclarecimentos, pedidos de documentação e autorizações, bem como para a celebração das alterações contratuais que sejam devidas. Em caso de regimes especiais de concessão de crédito (como situações de bonificação, regimes especiais ou programas como IFRRU), a efetivação da Moratória poderá ainda carecer de autorização por parte de entidades terceiras.

Configurações

Qual o processo de adesão?

No caso da Moratória do Estado, o banco comunica no prazo de 3 dias úteis caso considere que não preenche os requisitos de elegibilidade.  No caso da Moratória Santander, o banco comunica a aceitação ou não aceitação do pedido por e-mail.

No caso da Moratória do Estado, o banco comunica no prazo de 3 dias úteis caso considere que não preenche os requisitos de elegibilidade. Caso preencha os requisitos de elegibilidade, o banco aplica as condições da Moratória solicitada pelo cliente no prazo de 5 dias úteis.

 

Não é necessário formalizar qualquer aditamento contratual para implementar a Moratória. Para este efeito, é suficiente o envio da declaração de adesão onde se refira que cumpre as condições de acesso, acompanhada de documento comprovativo da regularidade da situação tributária e contributiva. Após o envio desta informação e da verificação pelo banco dos seus requisitos de acesso, o banco aplicará a Moratória, com efeitos à data em que foi apresentada a declaração de adesão.

 

Durante o período da Moratória mantêm-se válidas e eficazes as garantias concedidas pelo cliente ou por terceiros, as quais se prorrogam por igual período. A Moratória implica a prorrogação automática das garantias (nomeadamente fianças e/ou avales) associadas às operações de crédito, sem necessidade de quaisquer adendas contratuais ou de quaisquer outras formalidades. Os garantes serão informados pelo banco do impacto da Moratória nas garantias.

 

No caso da Moratória Santander, o banco comunica a aceitação ou não aceitação do pedido por e-mail. É necessário formalizar um aditamento contratual ao contrato de crédito, com todos os intervenientes (devedores e, caso aplicável, garantes).

 

É necessário formalizar as alterações contratuais correspondentes, com intervenção dos garantes.

Destinatário

Até quando posso aderir à Moratória?

Pode aderir até 30 de setembro.

Condições de acesso

Quais as diferenças entre as moratórias do Estado e do Santander? 

Para uma visão mais detalhada e comparativa entre a Moratória do Estado e a Solução Moratória Santander, veja abaixo em Saber mais.

Moratória do Estado e Moratória Santander – Clientes particulares

 

  Moratória do Estado Moratória Santander
Tipos de Moratória Moratória de natureza pública, estabelecida pelo Decreto-Lei n.º 10-J/2020, de 26 de março (conforme alterado pela Lei n.º 8/2020, de 10 de abril, pelo Decreto-Lei n.º 26/2020 de 16 de junho e pela e pela Lei n.º 27.º-A/2020, de 24 de julho), contendo medidas excecionais de suspensão temporária de cumprimento de obrigações de contratos de crédito hipotecário (bem como locação financeira de imóveis destinados à habitação) e de crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional), aplicável aos clientes particulares que preencham os requisitos de elegibilidade. Moratória de natureza privada, em conformidade com o protocolo de 15 de abril de 2020 (conforme alterado), celebrado entre o banco e a Associação Portuguesa de Bancos (APB), contendo medidas excecionais de suspensão temporária de cumprimento de obrigações, que também inclui crédito hipotecário (bem como locação financeira de imóveis destinados à habitação) e crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional), nestes casos para os clientes que, relativamente à sua situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Segurança Social (caso aplicável) não evidenciem (i) ter a sua situação regularizada ou (ii) estar numa das situações previstas na Lei como elegíveis para o acesso à Moratória e, para a generalidade dos clientes, outro crédito não hipotecário (nomeadamente crédito pessoal) até 75 000 euros, através de um processo de adesão simplificado.
Medidas abrangidas pela Moratória
  • Linhas de crédito contratadas: não revogação, total ou parcial, até 31 de março de 2021.
  • Créditos com pagamento de capital no final do contrato, que se vençam até 31 de março de 2021: prorrogação por um período de 12 meses, a contar da data de vencimento contratualizada.

  • Créditos com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias: (i) carência de capital ou (ii) carência de capital, juros, comissões e demais encargos, com capitalização de juros, até 31 de março de 2021, havendo uma extensão da data de vencimento contratualizada, por um período idêntico ao de permanência na Moratória.
  • Créditos com pagamento de capital no final do contrato, que se vençam até 31 de março de 2021: prorrogação por um período igual ao prazo de vigência da Moratória, a contar da data de vencimento contratualizada.

  • Créditos com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias: (i) carência de capital ou (ii) carência de juros, com capitalização de juros, até ao final da Moratória, sendo o prazo do contrato estendido por um período idêntico ao de permanência na Moratória.
Operações de crédito abrangidas

Crédito hipotecário:

  • Crédito para aquisição ou obras em habitação própria permanente.
  • Crédito para aquisição ou obras em habitação própria secundária.
  • Crédito para outras finalidades com garantia hipotecária.
  • Locação financeira de imóveis destinados à habitação.

Crédito não hipotecário:

  • Crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional).

Exclusões:

  • Crédito ou financiamento para aquisição de valores mobiliários ou aquisição de posições noutros instrumentos financeiros, quer sejam garantidos ou não por esses instrumentos;
  • Crédito concedido a beneficiários de regimes, subvenções ou benefícios, designadamente fiscais, para fixação de sede em Portugal, incluindo para atividade de investimento.

 

A Moratória está disponível para créditos contratados até (e incluindo) 26 de março de 2020.

Crédito hipotecário: apenas para os clientes particulares que, relativamente à sua situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Segurança Social (caso aplicável) não evidenciem (i) ter a sua situação regularizada ou (ii) estar numa das situações previstas na Lei como elegíveis para o acesso à Moratória.

 

Crédito não hipotecário:

  • Crédito para educação (incluindo para formação académica e profissional): apenas para os clientes particulares que, relativamente à sua situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Segurança Social (caso aplicável) não evidenciem (i) ter a sua situação regularizada ou (ii) estar numa das situações previstas na Lei como elegíveis para o acesso à Moratória.
  • Outro crédito não hipotecário (nomeadamente crédito pessoal) até 75 000 euros.

Exclusões:

  • Crédito ou financiamento para aquisição de valores mobiliários ou aquisição de posições noutros instrumentos financeiros, quer sejam garantidos ou não por esses instrumentos;
  • Crédito concedido a beneficiários de regimes, subvenções ou benefícios, designadamente fiscais, para fixação de sede em Portugal, incluindo para atividade de investimento;
  • Cartões de crédito.

 

A Moratória está disponível para créditos contratados até (e incluindo) 26 de março de 2020.

Potenciais beneficiários e requisitos de elegibilidade Clientes que:
  • Sejam residentes ou não residentes em Portugal;
  • Em 18 de março de 2020, não estavam em mora ou com prestações em incumprimento há mais de 90 dias junto do banco ou, estando em mora ou incumprimento, não cumpram o critério de materialidade (previsto no Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2019 e no Regulamento (UE) 2018/1845 do Banco Central Europeu, de 21 de novembro de 2018), e não se encontrem em situação de insolvência, ou suspensão ou cessão de pagamentos, ou estejam a ser objeto de execução judicial por qualquer instituição junto da qual tenha um contrato de crédito.
  • Relativamente à situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Segurança Social (caso aplicável): (i) tenham a situação regularizada na aceção, respetivamente, do Código de Procedimento e de Processo Tributário e do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, não relevando até ao dia 30 de abril de 2020, para este efeito, as dívidas constituídas no mês de março de 2020; ou (ii) tenham uma situação irregular cuja dívida seja um montante inferior a 5 000 euros; ou (iii) tenham em curso um processo negocial de regularização do incumprimento; ou (iv) realizem pedido de regularização da situação até 30 de setembro de 2020;
  • Estejam numa das seguintes situações específicas relativas ao cliente ou a algum membro do seu agregado familiar:
    - Situação de isolamento profilático;
    - Situação de doença
    - Assistência a filhos ou netos;
    - Trabalhadores de empresas que tenham colocado os seus trabalhadores em redução do período normal de trabalho ou suspensão do contrato de trabalho, em virtude de crise empresarial;
    - Situação de desemprego registado no Instituto de Emprego e Formação Profissional;
    - Elegíveis para o apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente;
    - Trabalhadores em estabelecimento ou atividade que tenha sido objeto de encerramento determinado durante o período do estado de emergência ou durante a situação de calamidade, por imposição legal ou administrativa; ou
    - Situação de quebra temporária de rendimentos de pelo menos 20% do rendimento global do seu agregado familiar em consequência da pandemia da doença COVID-19.
Clientes que:
  • Sejam residentes ou não residentes em Portugal.
  • Em 18 de março de 2020, não estavam em mora ou com prestações em incumprimento há mais de 90 dias junto do banco ou, estando em mora ou incumprimento, não cumpram o critério de materialidade (previsto no Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2019 e no Regulamento (UE) 2018/1845 do Banco Central Europeu, de 21 de novembro de 2018), e não se encontrem em situação de insolvência, ou suspensão ou cessão de pagamentos, ou estejam a ser objeto de execução judicial por qualquer instituição junto da qual tenha um contrato de crédito.
  • Estejam numa das seguintes situações específicas relativas ao cliente ou a algum membro do seu agregado familiar:
    - Situação de isolamento profilático;
    - Situação de doença;
    - Assistência a filhos ou netos;
    - Trabalhadores de empresas que tenham colocado os seus trabalhadores em redução do período normal de trabalho ou suspensão do contrato de trabalho, em virtude de crise empresarial;
    - Situação de desemprego registado no Instituto de Emprego e Formação Profissional;
    - Elegíveis para o apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente;
    - Trabalhadores em estabelecimento ou atividade que tenha sido objeto de encerramento determinado durante o período do estado de emergência ou durante a situação de calamidade, por imposição legal ou administrativa; ou
    - Situação de quebra temporária de rendimentos de pelo menos 20% do rendimento global do seu agregado familiar em consequência da pandemia da doença COVID-19.
Processo de adesão à Moratória

Forma de apresentação da declaração de adesão:

 

O pedido deverá ser remetido ao banco em suporte duradouro, preferencialmente de forma eletrónica através do formulário disponibilizado para o efeito no NetBanco, ou realizado por telefone (+351 210 526 660). 

 

É necessário que o cliente:

  • Selecione os tipos de crédito a serem abrangidos pela Moratória, bem como a opção de suspensão a que pretende aderir;
  • Assuma a responsabilidade de declarar que a sua situação se enquadra nos requisitos de elegibilidade

 

Documentação a apresentar:

 

  • Relativamente à situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Segurança Social (caso aplicável): documentos comprovativos de (i) situação regularizada (ou declaração de que tal circunstância não é aplicável) ou de (ii) situação irregular cuja dívida seja um montante inferior a 5 000 euros; ou da (iii) existência de processo negocial em curso de regularização do incumprimento; ou de (iv) pedido de regularização da situação realizado até 30 de setembro de 2020.

 

Quem deve apresentar o pedido de adesão:

  • O pedido deve ser apresentado pelo titular do crédito.
  • Em caso de pluralidade de devedores, o pedido pode ser apresentado apenas por um dos titulares, desde que seja o titular que preencha os requisitos de elegibilidade.

 

Prazo e forma de comunicação ao cliente da aplicação, ou não aplicação, da Moratória:

  • O banco comunica no prazo de 3 dias úteis caso considere que o cliente não preenche os requisitos de elegibilidade. Caso o cliente preencha os eequisitos de elegibilidade, o banco aplica as condições da Moratória solicitada pelo cliente no prazo de 5 dias úteis.
  • O banco comunica a aceitação ou não aceitação do pedido por e-mail.

 

Formalização de aditamento contratual ao contrato de crédito:

  • Não é necessário formalizar qualquer aditamento contratual para implementar a Moratória. Para este efeito, é suficiente o envio da declaração de adesão onde se refira que cumpre as condições de acesso, acompanhada de documento comprovativo da regularidade da situação tributária e contributiva. Após o envio desta informação e da verificação pelo banco dos seus requisitos de acesso, o banco aplicará a Moratória, com efeitos à data em que foi apresentada a declaração de adesão.

Forma de apresentação da declaração de adesão:

 

O pedido deverá ser remetido de forma eletrónica através do formulário disponibilizado para o efeito no NetBanco, ou realizado por telefone (+351 210 526 660).

 

É necessário que o cliente:

  • Selecione os tipos de crédito a serem abrangidos pela Moratória Santander, bem como a opção de suspensão a que pretende aderir;
  • Assuma a responsabilidade de declarar que a sua situação se enquadra nos requisitos de elegibilidade

 

Documentação a apresentar:

  • Não é necessário a apresentação de documentos comprovativos.

 

Quem deve apresentar o pedido de adesão:

  • O pedido deve ser apresentado pelo titular do crédito.
  • Em caso de pluralidade de devedores, o pedido pode ser apresentado apenas por um dos titulares, desde que preencha os requisitos de elegibilidade, confirme que tem a autorização dos demais titulares e (caso aplicável) dos garantes, autorizando o banco a contactá-los para obtenção de esclarecimentos, pedidos de documentação e autorizações, bem como para a celebração das alterações contratuais que sejam devidas.

    Em caso de regimes especiais de concessão de crédito (como situações de bonificação, regimes especiais ou programas como IFRRU), a efetivação da Moratória poderá ainda carecer de autorização por parte de entidades terceiras.

 

 

Prazo e forma de comunicação ao cliente da aplicação, ou não aplicação, da Moratória:

  • O banco comunica a aceitação ou não aceitação do pedido por e-mail.

 

Formalização de aditamento contratual ao contrato de crédito:

  • É necessário formalizar um aditamento contratual ao contrato de crédito, com todos os intervenientes (devedores e, caso aplicável, garantes).
Duração de cada Moratória

Início: Data do pedido de adesão (sem prejuízo da necessidade de validação do pedido pelo banco).

 

Termo:

A Moratória vigora até 31 de março de 2021 ou 30 de setembro de 2020 (caso o cliente comunique ao banco, até 20 de setembro de 2020, de que não pretende beneficiar de prorrogação legal até 31 de março de 2021).

 

O cliente pode, em qualquer momento de vigência da Moratória, solicitar que sejam retomados os reembolsos de capital e/ou de juros do contrato de crédito, sem prejuízo (caso aplicável) da prorrogação do prazo do contrato de crédito, por via da Moratória.

Início: Data do pedido de adesão (sem prejuízo da necessidade de validação do pedido pelo banco e da formalização de aditamento contratual).

 

Termo:

Crédito hipotecário: 31 de março de 2020.

 

Crédito não hipotecário: Moratória por 12 meses, não ultrapassando 30 de junho de 2021. 

 

O cliente pode, em qualquer momento de vigência da Moratória, solicitar que sejam retomados os reembolsos de capital e/ou de juros do contrato de crédito, sem prejuízo (caso aplicável) da prorrogação do prazo do contrato de crédito, por via da Moratória. Para este efeito, é necessário formalizar um aditamento contratual ao contrato de crédito. 

Impactos da aplicação da Moratória no valor das prestações e no prazo de reembolso
  • Créditos com pagamento de capital no final do contrato que se vençam até 31 de março de 2021: Prorrogação da data de pagamento de capital por um período de 12 meses, a contar da data de vencimento contratualizada.

 

  • Contratos com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias:

 

Carência de capital:

 

Até 31 de março de 2021, o cliente só paga juros, comissões e demais encargos. A partir de 1 de abril de 2021, o cliente pagará prestações de capital e juros, considerando o capital em dívida na data de adesão à Moratória, havendo uma extensão da data de vencimento contratualizada, por um período idêntico ao de permanência na Moratória.

 

 

Carência de capital e juros:

 

Até 31 de março de 2021, o cliente não paga juros nem amortiza capital. Os juros serão capitalizados em cada data de pagamento de juros, e no final do período da Moratória, são adicionados ao capital em dívida do contrato de crédito. No caso de contratos de crédito com pagamento mensal de prestações, o banco abdica da capitalização mensal dos juros, efetuando apenas a capitalização no final do período da Moratória.

 

As prestações são recalculadas com base no capital em dívida que inclui a capitalização de juros, havendo uma extensão do contrato atual pelo período de permanência na Moratória.

 

 

O pagamento dos demais encargos devidos ao banco no contrato de crédito será suspenso durante o período da Moratória, sendo o plano contratual de pagamento desses encargos estendido automaticamente pelo período de permanência na Moratória.

  • Créditos com pagamento de capital no final do contrato que se vençam até 31 de março de 2021: Prorrogação da data de pagamento de capital por um período igual ao prazo de vigência da moratória, a contar da data de vencimento contratualizada.

 

  • Contratos com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias:

 

Carência de capital:

 

Durante o período da Moratória, o cliente só paga juros, comissões e demais encargos. Quando termina o período da Moratória, o cliente pagará prestações de capital e juros, considerando o capital em dívida no momento do pedido da Moratória, havendo uma extensão da data de vencimento contratualizada, por um período idêntico ao de permanência na Moratória.

 

Carência de capital e juros:

 

Durante o período da Moratória, o cliente não paga juros nem amortiza capital. Os juros serão capitalizados trimestralmente, e no final do período da Moratória, são adicionados ao capital em dívida do contrato de crédito. 

 

As prestações são recalculadas com base no capital em dívida que inclui a capitalização de juros, havendo uma extensão do contrato atual pelo período de permanência na Moratória.

 

Os demais encargos, contratualmente previstos (ex. comissões bancárias) poderão continuar a ser cobrados pelo banco, nos exatos termos previstos no contrato de crédito.

Impacto nas garantias prestadas na operação de crédito

Durante o período da Moratória mantêm-se válidas e eficazes as garantias concedidas pelo cliente ou por terceiros, as quais se prorrogam por igual período.

 

A Moratória implica a prorrogação automática das garantias (nomeadamente fianças e/ou avales) associadas às operações de crédito, sem necessidade de quaisquer adendas contratuais ou de quaisquer outras formalidades.

 

Os garantes serão informados pelo banco do impacto da Moratória nas garantias.

É necessário formalizar as alterações contratuais correspondentes, com intervenção dos garantes.
Prazo de adesão a cada Moratória Até 30 de setembro de 2020. Até 30 de setembro de 2020.

 

 

entregas mensais

Aderi à Moratória do Estado ou à Moratória Santander até 17 de junho de 2020, posso prorrogar a minha moratória até 31 de março de 2021?

Informação de acordo com o Decreto-Lei n.º 26/2020 de 16 de junho (que veio alterar o Decreto-Lei n.º 10-J/2020, de 26 de março que estabeleceu o regime jurídico da Moratória do Estado).

De acordo com o Decreto-Lei n.º 26/2020 de 16 de junho (que veio alterar o Decreto-Lei n.º 10-J/2020, de 26 de março que estabeleceu o regime jurídico da Moratória do Estado):

 

Caso tenha aderido à Moratória do Estado:

 

Caso tenha um crédito com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias e tenha aderido à Moratória do Estado, o período de vigência da sua moratória será prorrogado automaticamente de 30 de setembro de 2020 para 31 de março de 2021, a menos que comunique ao banco até 20 de setembro de 2020 que não pretende beneficiar desta prorrogação.

 

Caso tenha aderido à Moratória Santander:

 

Caso tenha um crédito hipotecário com reembolso parcelar de capital ou de outras prestações pecuniárias e tenha aderido à Moratória Santander, poderá aderir a uma prorrogação do período de vigência da sua moratória de 30 de setembro de 2020 para 31 de março de 2021, caso comunique ao banco até 20 de setembro de 2020 de que pretende beneficiar dessa prorrogação.

Operações Bancárias

Aderi à moratória Santander até 17 de junho de 2020, posso transitar para a Moratória do Estado?

Caso tenha um crédito hipotecário ou um crédito para educação elegível e tenha aderido à Moratória Santander poderá optar por transitar para a Moratória do Estado.

De acordo com o Decreto-Lei n.º 26/2020 de 16 de junho (que veio alterar o Decreto-Lei n.º 10-J/2020, de 26 de março que estabeleceu o regime jurídico da moratória do Estado), caso tenha um crédito hipotecário ou um crédito para educação elegível e tenha aderido à Moratória Santander poderá optar por transitar para a Moratória do Estado, caso evidencie, junto do banco e até 30 de setembro de 2020, relativamente à sua situação perante a Autoridade Tributária e Aduaneira e da Segurança Social,

 

(i) ter a sua situação regularizada ou

(ii) ter uma situação irregular cuja dívida seja um montante inferior a 5 000 euros ou

(iii) ter em curso processo negocial de regularização do incumprimento ou

(iv) ter realizado um pedido de regularização da situação até 30 de setembro de 2020.

 

Poderá obter mais informações sobre as diferenças entre a Moratória do Estado e a Moratória Santander nesta página, no ponto "Quais as diferenças entre as moratórias do Estado e do Santander?", ou em qualquer balcão.

Como posso aderir à Moratória?

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  2. Aceda ao menú "Empréstimos";
  3. Selecione a opção "COVID-19 - Medidas excecionais";
  4. Selecione os tipos de créditos que pretende incluir na adesão;
  5. Caso adira à moratória Santander, indique em que situação de acesso se encontra;
  6. Caso adira à moratória do Estado, indique em que situação de acesso se encontra e faça upload das certidões de não divida à Segurança Social e à Autoridade Tributária e Aduaneira;
  7. Confirme o pedido de adesão.

Medidas para apoiar as famílias

Comprometidos em vencer o surto COVID-19, o Santander colocou em prática soluções, pré-aprovadas, para regularização e redução dos encargos mensais.

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