O Santander arregaçou as mangas e pôs mãos à obra humanitária

Desde o início da guerra contra a Ucrânia, o Santander tem vindo a trabalhar para apoiar a resposta humanitária prestada aos ucranianos, um pouco por todo o mundo. Em Portugal, mobilizámo-nos para trazer refugiados, enviar alimentos e apoiar o Fundo Solidário de apoio à Ucrânia.

Numa ação humanitária conjunta com a Paróquia de Campo Grande, o Santander fretou um avião da companhia aérea ucraniana Sky Up que trouxe 179 refugiados ucranianos que tinham ligação a Portugal através de familiares ou amigos. Nesta iniciativa contámos com o apoio de 28 voluntários do banco. No regresso, o avião ucraniano levou 10 toneladas de alimentos.

Nota especial também para o facto de mais de 1 340 colaboradores terem contribuído para o Fundo Solidário de apoio à Ucrânia. O banco duplicará o valor angariado.

Ainda em Portugal, o banco juntou-se à Cruz Vermelha para a disponibilização de uma conta bancária para a angariação de fundos de apoio humanitário à Ucrânia disponibilização de uma conta bancária para a angariação de fundos de apoio humanitário à Ucrânia. Neste âmbito, o Santander desenvolveu outras medidas de apoio, como a isenção da comissão da conta de serviços mínimos bancários durante um período de 12 meses para cidadãos ucranianos que venham para Portugal e abram uma conta no Santander Portugal até final de 2022.

Para além do universo financeiro, o Santander criou uma linha telefónica de apoio ao cliente em idioma ucraniano, com o objetivo de apoiar pessoas que não dominam a língua portuguesa, de forma a que tenham condições para comunicar com o banco e explicarem as suas necessidades. Esta linha telefónica – Santander Apoia Ucrânia em o n.º +351 217 807 176 (custo de chamada fixa) e funciona das 9h às 13h e das 14h às 18h, nos dias úteis. Toda esta informação sobre o apoio está também disponível no site do Santander Portugal, em formato bilingue para facilitar a compreensão dos cidadãos ucranianos.

Ações do Santander Global

Apesar de o Grupo não estar presente na Rússia ou na Ucrânia, e de a sua exposição direta aos mercados e ativos russos e ucranianos ser insignificante, o Santander permanece em contacto próximo com as autoridades europeias e continuará a cumprir as sanções internacionais e não se irá envolver em novos negócios com empresas russas. O Grupo Santander condena a invasão e apoia o povo da Ucrânia. Apoiar a resposta à crise humanitária mantém-se a maior prioridade do banco.

  • Isenção de taxas em todas as transferências permitidas dos países da Europa para a Ucrânia
  • Doação inicial de 1 milhão de euros para o Comité Internacional da Cruz Vermelha (IFRC) e a ACNUR, a agência de refugiados da ONU
  • Convite aos colaboradores para fazerem doações, cujo valor será igualado pelo Santander. Como resultado do compromisso e solidariedade do Grupo e de todos os colaboradores do Santander, já angariámos mais de sete milhões de euros em donativos
  • Isenção das taxas de conta e de cartão para clientes ucranianos na Polónia e uso gratuito de caixas multibanco, bem como acesso contínuo a dinheiro através de agências e de caixas multibanco.

Em Espanha, o Santander também não cruzou os braços

O banco conseguiu realizar uma iniciativa de solidariedade com os refugiados, em colaboração com o Ministério de Inclusão, Segurança Social e Migração e o Ministério da Presidência da Espanha, graças ao enorme esforço e compromisso das equipas e infraestrutura do Santander na Polónia, bem como à participação de diferentes áreas do Grupo em Espanha. O banco tem participado ativamente em todo o processo, da assistência na identificação das pessoas que pedem asilo na embaixada espanhola na Polónia, ao transporte de refugiados, de Varsóvia e alojamento em Madrid.

Por acordo com o ministério, o Santander cobre os custos do transporte e facilita, em coordenação com o Ministério da Inclusão, o alojamento temporário em Madrid - na Cidade Grupo Santander - dos refugiados que não têm uma rede familiar ou de amigos em Espanha, até serem alojados por uma família de acolhimento definitiva. Também, a Cidade Grupo Santander (sede financeira do Grupo, em Madrid) acolhe temporariamente 30 crianças ucranianas com cancro e as suas famílias.

Durante a viagem, o Santander também ajudou os refugiados com intérpretes em ucraniano ou inglês para os ajudar a completar as obrigações necessárias para o embarque na Polónia e a passagem pela alfândega espanhola.

Iniciativas em campo, na Polónia

A Polónia, que partilha uma longa fronteira com a Ucrânia, é o país que está a acolher mais refugiados (cerca de 2 milhões) e está a ser uma ponte para muitas destas pessoas à medida que avançam para outros países europeus. O Santander é uma das poucas empresas espanholas com presença significativa na Polónia.

Juan de Porras, responsável do CIB Santander Polónia e coordenador das iniciativas de apoio aos refugiados no país, disse:

Comentário Estamos a viver uma tragédia, uma situação de emergência, de extrema gravidade e cada pequena ajuda conta. As pessoas que trabalham no Santander na Polónia estão comprometidas a ajudar os refugiados, cujas condições de vida são desesperadoras neste momento”.