família

Que qualidade de vida podemos esperar na reforma?

15 dez 2020
Um resumo da conferência promovida pelo Santander em conjunto com o Expresso, onde se falou sobre como preparar uma reforma com qualidade de vida.

Ninguém idealiza uma reforma sem qualidade de vida. Todos quereremos chegar a esta fase da vida com a liberdade que nos permita aproveitar estes anos da melhor forma, após muitos anos de trabalho.

 

Assim, talvez seja altura de pensarmos qual a qualidade de que vida que podemos esperar na reforma, tendo em conta as informações que temos hoje disponíveis. Neste artigo, deixamos um resumo da participação de João Morais Barbosa na conferência Preparar o Futuro, realizada numa parceria entre o jornal Expresso e o Santander.

 

O que sabemos atualmente?


O ponto de partida é o que sabemos atualmente. Sabemos que dispomos de um Sistema Público de Pensões estruturado num sistema de repartição (os trabalhadores no ativo suportam as pensões dos reformados), sistema esse que foi pensado num contexto demográfico bastante diferente daquele que temos atualmente. Na realidade, hoje vivemos mais anos e temos menos filhos, o que coloca em causa a pirâmide etária e o referido sistema de repartição.

 

O segundo ponto consiste nos grandes desafios que a pandemia veio trazer, nomeadamente em termos de contribuições (em queda, com o aumento do desemprego) e em termos de despesa (em alta, com o aumento das prestações sociais de desemprego, de baixa e de apoio à atividade económica). Na prática, as últimas informações apontam para uma queda em 10 anos da longevidade do Fundo de Estabilização da Segurança Social.

 

O que podemos fazer?

Existem diversos agentes económicos que poderão contribuir para a solução do problema referido no ponto anterior. São eles o Estado, as empresas e as famílias. Neste artigo, iremos focar-nos em especial em si e na sua família. O que pode fazer do seu lado para contribuir para que tenha uma reforma com maior qualidade de vida e com outro grau de liberdade? Deixamos algumas ideias:

 

  1. Perceba as reais necessidades de poupança – Para tal, poderá usar um simulador de reforma, percebendo as variáveis que estão na base das previsões. Este simulador irá dar-lhe uma estimativa de qual será a sua última pensão, sendo que poderá ainda indicar-lhe o grau de poupança mensal necessária para colmatar a queda de rendimentos

  2. Procure mais conhecimentos e aumentar a sua literacia financeira – O fenómeno da iliteracia financeira é transversal em todo o mundo, sendo urgente colmatar esta falta de conhecimento. No que toca à reforma, é essencial que conheça as diferentes aplicações financeiras ao seu dispor para acumular dinheiro para o longo prazo, como sendo os planos poupança reforma ou os seguros financeiros

  3. Inicie um programa de entregas programadas – A terceira ideia passa por iniciar o quanto antes um programa de entregas programadas para uma aplicação financeira à sua escolha. Poderá procurar constituir uma carteira de aplicações diversificada e assente numa perspetiva de longo prazo, enquadrada nos seus objetivos financeiros.

 

Enquanto sociedade teremos um debate a fazer relativamente à qualidade de vida das famílias na reforma. Enquanto indivíduos, temos a necessidade de fazer ajustes, sendo talvez o mais importante e urgente começar um esforço de poupança o quanto antes.




 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

Ninguém idealiza uma reforma sem qualidade de vida. Todos quereremos chegar a esta fase da vida com a liberdade que nos permita aproveitar estes anos da melhor forma, após muitos anos de trabalho.

 

Assim, talvez seja altura de pensarmos qual a qualidade de que vida que podemos esperar na reforma, tendo em conta as informações que temos hoje disponíveis. Neste artigo, deixamos um resumo da participação de João Morais Barbosa na conferência Preparar o Futuro, realizada numa parceria entre o jornal Expresso e o Santander.

 

O que sabemos atualmente?


O ponto de partida é o que sabemos atualmente. Sabemos que dispomos de um Sistema Público de Pensões estruturado num sistema de repartição (os trabalhadores no ativo suportam as pensões dos reformados), sistema esse que foi pensado num contexto demográfico bastante diferente daquele que temos atualmente. Na realidade, hoje vivemos mais anos e temos menos filhos, o que coloca em causa a pirâmide etária e o referido sistema de repartição.

 

O segundo ponto consiste nos grandes desafios que a pandemia veio trazer, nomeadamente em termos de contribuições (em queda, com o aumento do desemprego) e em termos de despesa (em alta, com o aumento das prestações sociais de desemprego, de baixa e de apoio à atividade económica). Na prática, as últimas informações apontam para uma queda em 10 anos da longevidade do Fundo de Estabilização da Segurança Social.

 

O que podemos fazer?

Existem diversos agentes económicos que poderão contribuir para a solução do problema referido no ponto anterior. São eles o Estado, as empresas e as famílias. Neste artigo, iremos focar-nos em especial em si e na sua família. O que pode fazer do seu lado para contribuir para que tenha uma reforma com maior qualidade de vida e com outro grau de liberdade? Deixamos algumas ideias:

 

  1. Perceba as reais necessidades de poupança – Para tal, poderá usar um simulador de reforma, percebendo as variáveis que estão na base das previsões. Este simulador irá dar-lhe uma estimativa de qual será a sua última pensão, sendo que poderá ainda indicar-lhe o grau de poupança mensal necessária para colmatar a queda de rendimentos

  2. Procure mais conhecimentos e aumentar a sua literacia financeira – O fenómeno da iliteracia financeira é transversal em todo o mundo, sendo urgente colmatar esta falta de conhecimento. No que toca à reforma, é essencial que conheça as diferentes aplicações financeiras ao seu dispor para acumular dinheiro para o longo prazo, como sendo os planos poupança reforma ou os seguros financeiros

  3. Inicie um programa de entregas programadas – A terceira ideia passa por iniciar o quanto antes um programa de entregas programadas para uma aplicação financeira à sua escolha. Poderá procurar constituir uma carteira de aplicações diversificada e assente numa perspetiva de longo prazo, enquadrada nos seus objetivos financeiros.

 

Enquanto sociedade teremos um debate a fazer relativamente à qualidade de vida das famílias na reforma. Enquanto indivíduos, temos a necessidade de fazer ajustes, sendo talvez o mais importante e urgente começar um esforço de poupança o quanto antes.




 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

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