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Há qualquer coisa nos festivais de cinema que não se explica bem. Talvez seja o ambiente, as salas cheias, as conversas à saída ou a sensação de estar a ver algo único.
Se, tal como nós, partilha o amor pela sétima arte, este artigo é para si.
Conheça 15 festivais de cinema pelo país, da animação ao terror, e tudo o que fica pelo meio.
No IndieLisboa há estreias, secções competitivas, cinema de autor, propostas mais experimentais, novos realizadores e muita vontade de descobrir filmes fora do circuito mais óbvio. É eclético, inquieto e ótimo para quem gosta de sair da sala a pensar “ainda bem que vim”. Se quiser ver tudo o que esta edição tem reservado, vale a pena consultar o programa oficial.
A MONSTRA é uma festa para quem adora animação. E desengane-se quem ainda acha que é um género “só para crianças”. O festival mostra bem como este universo pode ser poético, político, estranho, delicado, ousado e tecnicamente brilhante. É um dos nomes mais fortes da animação em Portugal e costuma trazer tanto grandes autores como descobertas maravilhosas. Espreite aqui a programação em detalhe.
Este é para quem gosta de cinema que observa, questiona e desafia. Neste festival, o documentário não aparece como género “menor” ou “didático”, mas como território artístico vivo, exigente e muitas vezes surpreendente. É um festival muito respeitado a nível europeu e um ponto de encontro para quem procura filmes do real que abrem espaço para pensar o mundo com mais profundidade.
Se há um festival que prova que o medo também pode ser um grande programa cultural, é o MOTELX. O festival lisboeta tornou-se uma referência do cinema de terror e de género, com uma comunidade fiel, uma identidade muito própria e aquela atmosfera deliciosa de “vou ver só mais um filme e depois arrependo-me no caminho para casa”. É o sítio certo para quem gosta de sustos bem feitos, cinema de autor sombrio e sessões de culto. A programação deste ano ainda está a ser fechada, mas vale a pena ir acompanhando as novidades.
O LEFFEST tem aquele lado mais sofisticado, cinéfilo e transversal, em que o cinema conversa com a literatura, a música, as artes visuais e o pensamento contemporâneo. Não é apenas um festival para ver filmes. É também um festival para ouvir, discutir, cruzar referências e sentir que o cinema pode ocupar muitos lugares ao mesmo tempo. Veja a programação completa.
A Festa do Cinema Italiano mistura estreias, clássicos, encontros com convidados e até eventos paralelos que puxam pela música, pela gastronomia e por todo um imaginário italiano que sabe sempre bem visitar. De norte a sul do país, o festival conta com uma programação recheada, que pode ir acompanhando ao longo das várias cidades por onde passa.
À semelhança da Festa do Cinema Italiano, também a Festa do Cinema Francês se espalha de norte a sul do país e já conquistou um lugar muito confortável no calendário cultural português. É o festival ideal para quem aprecia cinema francês contemporâneo, antestreias, autores consagrados, retrospetivas e aquela mistura de sofisticação e nervo criativo que tantas vezes associamos a esta cinematografia. O programa deste ano ainda está em atualização, por isso o melhor é ficar atento às novidades.
O Queer é muito mais do que um festival temático. É um espaço de cinema, reflexão, descoberta e comunidade, com uma programação que cruza identidade, estética, política, desejo e liberdade. Tem uma reputação sólida dentro e fora de Portugal e continua a ser uma referência para quem quer acompanhar o cinema queer mais estimulante do momento. Ainda não há programa final fechado, mas o festival já está a revelar novidades aos poucos.
O Fantasporto é um clássico absoluto do cinema fantástico, mas não fica fechado numa única gaveta: mistura fantasia, horror, novas linguagens, cinema de autor e olhares internacionais muito diversos. É um daqueles festivais com personalidade forte e legado feito, ideal para quem gosta de propostas menos previsíveis. Consulte a programação, disponível na página oficial do festival.
O Curtas Vila do Conde dispensa grandes apresentações no universo cinéfilo. É um dos festivais portugueses mais reconhecidos internacionalmente e uma referência quando se fala de curta-metragem. Mas a palavra “curtas” aqui não significa “pequeno” em ambição. Pelo contrário. Há competição, descoberta, risco, memória, experimentação e um cuidado real com novos talentos e com o cinema português. A programação está a ser finalizada, por isso vale a pena ir espreitando as atualizações.
Ainda jovem no calendário, o Maia International Film Festival tem vindo a afirmar-se como um evento interessante para quem gosta de descobrir cinema internacional num ambiente mais próximo e menos massificado. A programação aposta na diversidade de formatos e na presença de convidados, o que lhe dá um lado muito simpático e acessível. O programa da 3ª edição do Maia IFF estará brevemente disponível.
Num mundo em que a comédia muitas vezes é tratada como “género leve”, o HaHaArt faz precisamente o contrário: leva-a a sério. E ainda bem. Este festival dedica-se ao cinema de comédia e parte de uma ideia muito simples e muito boa, que é lembrar-nos de que fazer rir também é arte, linguagem, risco e inteligência. Para quem gosta de humor no cinema, é um festival com personalidade muito própria. Ainda não há datas para a edição deste ano, mas é expectável que aconteça no final de outubro, à semelhança do ano passado.
O CineEco, em Seia, é uma referência incontornável quando se fala de cinema ambiental em Portugal. E não é difícil perceber porquê. Junta filmes, debate, ciência, ativismo e paisagem, num contexto que faz todo o sentido para este tipo de programação. É daqueles festivais que consegue ser pertinente sem perder o lado inspirador. O cartaz desta edição ainda não foi apresentado, mas deverá ser conhecido em breve.
Os Encontros de Cinema do Fundão têm um charme muito particular. Em vez de parecerem uma montra apressada, apostam mais no encontro, na conversa, na presença dos autores, na reflexão e numa programação feita com critério e personalidade. É um festival para quem gosta de cinema, sim, mas também do que acontece antes e depois da sessão. A programação completa está disponível na página oficial do festival.
Quando o objetivo é mergulhar no cinema português, os Caminhos do Cinema Português são paragem obrigatória. O festival tem uma identidade muito clara e um mérito enorme: criar um espaço de encontro, exibição e discussão inteiramente dedicado à produção nacional. É um ponto de passagem para quem quer acompanhar o que se faz cá, dos nomes mais conhecidos às novas vozes. Espreite aqui a programação completa da 31ª edição.
Entre pipocas, créditos finais e histórias que ficam, temos a certeza de que o mais difícil vai ser escolher por onde começar.
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