finanças
Finanças
Depois de mais de uma década de sucessivos adiamentos, a inspeção periódica obrigatória para motociclos, triciclos e quadriciclos com cilindrada superior a 125 cm3 deixou de estar prevista na lei. A Lei n.º 25/2025, de 12 de março, publicada em Diário da República, eliminou a obrigatoriedade de inspeção técnica periódica para estes veículos, com efeitos a partir de 13 de março de 2025.
Saiba o que isto significa na prática.
Não. Atualmente, os motociclos, triciclos e quadriciclos não estão sujeitos a inspeção periódica obrigatória, independentemente da cilindrada. A obrigação que estava prevista para motociclos com cilindrada superior a 125 cm3 foi revogada pela Lei n.º 25/2025, de 12 de março, antes de alguma vez ter entrado em vigor.
Na prática, a lei revogou a norma do Decreto-Lei n.º 144/2012, de 11 de julho, que sujeitava estes veículos a inspeção (cuja calendarização dependia de uma portaria que nunca foi publicada). Esta obrigatoriedade fez parte de um pacote de propostas apresentado em 2012, mas a regulamentação necessária à sua implementação nunca chegou a existir. A entrada em vigor foi sucessivamente adiada (primeiro para janeiro de 2024 e depois para janeiro de 2025), até que o Parlamento aprovou o seu fim definitivo, formalizado na referida lei.
Mesmo que tenha um motociclo, triciclo ou quadriciclo com cilindrada superior a 125 cm3, não é obrigado a submetê-lo a inspeção periódica. A exclusão aplica-se a todas estas categorias de veículos com motor de combustão.
Note-se que a lei que eliminou a inspeção previu também que o Governo deveria aprovar, no prazo de 90 dias, legislação sobre medidas alternativas de segurança rodoviária para veículos de duas ou três rodas.
Além do fim da inspeção obrigatória, foram aprovadas outras medidas relevantes para quem conduz veículos de duas ou três rodas, através da Lei n.º 24/2025, de 12 de março, que alterou o Código da Estrada:
Embora a inspeção tenha deixado de ser obrigatória, manter o motociclo em boas condições continua a ser essencial para circular com segurança.
Por isso, dizemos-lhe algumas verificações que pode fazer regularmente para garantir que circula com segurança e sem problemas.
Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.
A sua opinião ajuda-nos a melhorar continuamente os conteúdos dos nossos artigos.
Gostaria de deixar uma sugestão específica?
Pode fazê-lo no campo de comentário abaixo.
Informação de tratamento de dados
O Banco Santander Totta, S.A. é o responsável pelo tratamento dos dados pessoais recolhidos.
O Banco pode ser contactado na Rua da Mesquita, 6, Centro Totta, 1070-238 Lisboa.
O Encarregado de Proteção de Dados do Banco poderá ser contactado na referida morada e através do seguinte endereço de correio eletrónico: privacidade@santander.pt.
Os dados pessoais recolhidos neste fluxo destinam-se a ser tratados para a finalidade envio de comunicações comerciais e/ou informativas pelo Santander.
O fundamento jurídico deste tratamento assenta no consentimento.
Os dados pessoais serão conservados durante 5 anos, ou por prazo mais alargado, se tal for exigido por lei ou regulamento ou se a conservação for necessária para acautelar o exercício de direitos, designadamente em sede de eventuais processos judiciais, sendo posteriormente eliminados.
Assiste, ao titular dos dados pessoais, os direitos previstos no Regulamento Geral de Proteção de Dados, nomeadamente o direito de solicitar ao Banco o acesso aos dados pessoais transmitidos e que lhe digam respeito, à sua retificação e, nos casos em que a lei o permita, o direito de se opor ao tratamento, à limitação do tratamento e ao seu apagamento, direitos estes que podem ser exercidos junto do responsável pelo tratamento para os contactos indicados em cima. O titular dos dados goza ainda do direito de retirar o consentimento prestado, sem que tal comprometa a licitude dos tratamentos efetuados até então.
Ao titular dos dados assiste ainda o direito de apresentar reclamações relacionadas com o incumprimento destas obrigações à Comissão Nacional da Proteção de Dados, por correio postal, para a morada Av. D. Carlos I, 134 - 1.º, 1200-651 Lisboa, ou, por correio eletrónico, para geral@cnpd.pt (mais informações em https://www.cnpd.pt/).
Para mais informação pode consultar a nossa política de privacidade (https://www.santander.pt/politica-privacidade).