aplicações financeiras: saiba onde aplicar as suas poupanças

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Em que aplicações financeiras e onde aplicar as suas poupanças?

02 nov 2021 | 2 min de leitura

Descubra como definir as melhores aplicações financeiras para os seus objetivos de poupança. Conheça o seu perfil de risco e saiba onde aplicar as poupanças.

Está à procura da melhor aplicação financeira onde pode aplicar as suas poupanças? Ou para a poupança dos seus filhos? Qual o critério para escolher esta aplicação? E será que deve escolher apenas uma ou deve diversificar por mais soluções? Veja de seguida a resposta a estas questões.

 

Defina os objetivos da sua poupança

O primeiro passo na definição de qualquer estratégia de poupança consiste em definir o objetivo concreto. A resposta deverá permitir endereçar alguns temas:

 

  1. Qual a finalidade da poupança?
  2. Quanto quer poupar no final do prazo?
  3. Vai fazer entregas programadas ou pontuais?
  4. Quando prevê movimentar o dinheiro?
 
Estas e outras perguntas devem ser respondidas de modo a tirar algumas aplicações. Facilmente perceberá que algumas das aplicações financeiras disponíveis no mercado não se enquadram com estes objetivos.
 
 

Decisão difícil – Assumir ou não assumir riscos?

Cada pessoa tem o seu perfil de risco que dita a sua reação às oscilações dos preços das suas aplicações financeiras. Algumas pessoas são avessas ao risco enquanto outras não se preocupam em assumir riscos se isso lhes trouxer retorno.

 

Neste contexto, importará ter em consideração:

 

  • Taxa de retorno – As aplicações financeiras sem risco deixaram de ter uma taxa de retorno garantido ou esta taxa é muito próxima de zero. Assim, se procuramos algum nível de retorno, temos de conhecer outras soluções sem capital garantido

  • Prazo do investimento – Ao falarmos da poupança dos filhos falamos de prazos de investimento alargados no tempo, isto é, de aplicações financeiras a longo prazo. Neste contexto, saiba que em prazos mais alargados os investimentos de risco costumam obter retorno positivo e potencialmente interessante

  • Nunca esquecer a diversificação – Qualquer estratégia de investimento deverá passar por diversificar os riscos, na expectativa de melhorar a relação entre o risco que corremos e o retorno que esperamos obter. Diversificar traz uma segurança adicional ao sabermos que diluímos o risco por diversas alternativas, seguindo a máxima de não colocar os ovos todos no mesmo cesto.

 

 

Escolha uma ou mais aplicações financeiras

Está já em condições de escolher uma ou mais aplicações financeiras. Já terá decidido se quer assumir algum risco na expectativa de assumir um nível de retorno potencial maior do que zero. O passo seguinte é conhecer as soluções de poupança junto do seu gestor de conta e iniciar um programa de entregas programadas. Neste contexto, e falando de prazos de investimento maiores do que 5 anos, poderá fazer sentido conhecer aplicações fiscalmente mais eficientes, como sendo os seguros financeiros ou os PPR (não, não são aplicações apenas para a reforma).

Está à procura da melhor aplicação financeira onde pode aplicar as suas poupanças? Ou para a poupança dos seus filhos? Qual o critério para escolher esta aplicação? E será que deve escolher apenas uma ou deve diversificar por mais soluções? Veja de seguida a resposta a estas questões.

 

Defina os objetivos da sua poupança

O primeiro passo na definição de qualquer estratégia de poupança consiste em definir o objetivo concreto. A resposta deverá permitir endereçar alguns temas:

 

  1. Qual a finalidade da poupança?
  2. Quanto quer poupar no final do prazo?
  3. Vai fazer entregas programadas ou pontuais?
  4. Quando prevê movimentar o dinheiro?
 
Estas e outras perguntas devem ser respondidas de modo a tirar algumas aplicações. Facilmente perceberá que algumas das aplicações financeiras disponíveis no mercado não se enquadram com estes objetivos.
 
 

Decisão difícil – Assumir ou não assumir riscos?

Cada pessoa tem o seu perfil de risco que dita a sua reação às oscilações dos preços das suas aplicações financeiras. Algumas pessoas são avessas ao risco enquanto outras não se preocupam em assumir riscos se isso lhes trouxer retorno.

 

Neste contexto, importará ter em consideração:

 

  • Taxa de retorno – As aplicações financeiras sem risco deixaram de ter uma taxa de retorno garantido ou esta taxa é muito próxima de zero. Assim, se procuramos algum nível de retorno, temos de conhecer outras soluções sem capital garantido

  • Prazo do investimento – Ao falarmos da poupança dos filhos falamos de prazos de investimento alargados no tempo, isto é, de aplicações financeiras a longo prazo. Neste contexto, saiba que em prazos mais alargados os investimentos de risco costumam obter retorno positivo e potencialmente interessante

  • Nunca esquecer a diversificação – Qualquer estratégia de investimento deverá passar por diversificar os riscos, na expectativa de melhorar a relação entre o risco que corremos e o retorno que esperamos obter. Diversificar traz uma segurança adicional ao sabermos que diluímos o risco por diversas alternativas, seguindo a máxima de não colocar os ovos todos no mesmo cesto.

 

 

Escolha uma ou mais aplicações financeiras

Está já em condições de escolher uma ou mais aplicações financeiras. Já terá decidido se quer assumir algum risco na expectativa de assumir um nível de retorno potencial maior do que zero. O passo seguinte é conhecer as soluções de poupança junto do seu gestor de conta e iniciar um programa de entregas programadas. Neste contexto, e falando de prazos de investimento maiores do que 5 anos, poderá fazer sentido conhecer aplicações fiscalmente mais eficientes, como sendo os seguros financeiros ou os PPR (não, não são aplicações apenas para a reforma).

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