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Cuidados com o sol e regras para ir à praia: o que precisa para aproveitar o calor

18 jun 2021 | 8 min de leitura
Sabe escolher o protetor solar indicado para si? Conheça as recomendações para proteger-se do sol e aproveitar o calor

Com a chegada do bom tempo, começam as tardes nas esplanadas, as escapadinhas à praia, as idas à piscina, os piqueniques no parque.

 

Qualquer pedaço de jardim ou areal serve para matar saudades do sol. Saiba que cuidados deve ter antes da exposição solar e que dicas deve conhecer para aproveitar o Verão sem riscos.

 

 

1. Use protetor solar, sempre

Sabia que os dermatologistas recomendam o uso de protetor solar durante todo o ano? Mesmo nos dias nublados, quando o sol parece escondido, estamos expostos aos raios ultravioletas.

 

Aliás, nem precisa sair de casa. Se trabalha ao computador, também está exposto aos raios UV que os ecrãs emitem, por isso, esta dica também é para si.

 

Utilize protetor solar sobretudo no rosto, todos os dias. Se fizer desporto, caminhadas, praia, piscina ou qualquer atividade ao ar livre, nunca se esqueça do creme protetor nas zonas expostas ao sol.

 

O cancro de pele mais grave e fatal, o melanoma, tem como principal causa a exposição solar e é por isso tão importante proteger-se do sol em todos os momentos.

 

 

FPS, UVB, UVA... Como escolher o protetor solar certo?

Sabe o que é o SPF ou FPS que vê nas embalagens de protetor solar? É o fator de proteção solar do produto que usa e indica a capacidade de filtro da radiação solar, em particular o tipo de radiação UVB.

 

Quando uma pessoa com pele clara usa um protetor de fator 10, significa que demorará 10 vezes mais tempo a queimar-se do que se não tivesse aplicado esse produto solar, ou seja, pode estar protegida por 100 minutos.

 

O nível de proteção depende do tipo de pele.

 

Quem tem a pele mais clara, precisará de um protetor solar mais forte. Ou seja, peles claras precisam de Fator de Proteção Solar muito alto, acima de 50.

 

Para peles também claras mas que já se bronzeiam com alguma facilidade, o nível de proteção pede protetores com SPF entre 30 e 50.

 

Para peles morenas, o fator de proteção indicado está entre 15 e 30. Falamos de pessoas que se bronzeiam depressa e não costumam ter escaldões.

 

Mas o tom da pele não é fator de exclusão no que diz respeito ao protetor. Até as peles mais morenas precisam de protetor solar, ainda que possa ter um fator de proteção mais baixo, menos do que 15, por exemplo.

 

Bebés e crianças pequenas têm ainda mais limitações: não devem apanhar sol direto nas horas mais críticas e precisam de protetores solares mais fortes.

 

A proteção também depende do tipo de protetor escolhido.

 

Alguns produtos solares só defendem contra raios UVB, mais comuns. Existe outro tipo de radiação solar – os raios UVA – que não são responsáveis pelas queimaduras solares mas provocam outras reações.

 

Os raios UVA penetram em profundidade na pele, pelo que estão associados ao desenvolvimento de cancro de pele e provocam outras reações como o envelhecimento prematuro e o aparecimento de manchas e de alergias.

 

Existem protetores solares que combinam a proteção UVB com a UVA. Basta analisar com atenção a embalagem do produto para descobrir se estará a proteger-se da melhor forma.

 

Na dúvida, consulte o seu dermatologista. O seu médico saberá recomendar o melhor protetor solar, conforme a sua idade e as necessidades da sua pele.

 

Já agora, fale com o seu dermatologista sobre os sintomas dos cancros de pele. Os especialistas recomendam atenção aos sinais da pele que mudam de aspeto, cor ou tamanho ou que tenham outro tipo de alteração.

 

 

Como usar protetor solar

Tenha atenção: a proteção solar depende da quantidade de produto que aplicar, que deve ser sempre generosa.

 

Aplique protetor em todas as zonas do corpo que vão estar expostas ao sol, pelo menos 15 a 30 minutos antes da exposição.

 

Se for ao banho, reforce o protetor solar e nunca dispense esta proteção mesmo que esteja à sombra.

 

 

2. Evite a exposição solar nas horas de maior calor

É aquela recomendação que ouvimos todos os anos, mas é importante repetir. Deve evitar-se a exposição solar nas horas de maior calor, entre as 11h e as 17h, mas sobretudo entre as 12h e as 16h.

 

Nestas horas, os raios ultravioletas estão mais fortes e os riscos a eles associados são maiores.

 

Não falamos apenas de estar na praia ou na piscina durante as horas mais perigosas.

 

Se sair do areal para estar na esplanada ao sol, o seu corpo também está a absorver os raios solares.

 

O que pode fazer para proteger-se nas horas de maior calor?

 

Siga a regra da sombra. Se a sua sombra no chão for maior do que a sua altura, é boa hora para estar ao sol. Pelo contrário, evite a exposição solar se a projeção da sombra for inferior à sua altura.

 

Use mangas compridas. É difícil nos dias de muito calor, mas se estiver, por exemplo, a fazer desporto ao ar livre, o seu corpo vai estar exposto aos raios solares mais perigosos a menos que use camisolas sem decotes e com mangas compridas. Prefira cores escuras se o tecido for menos opaco, porque protegem mais contra os raios UV.

 

Não se esqueça dos acessórios. Usar chapéu nas horas de maior calor é fundamental para estar protegido. Se puder, use óculos de sol com proteção contra radiação UVB e UVA.

 

 

3. Beba muita água e tenha atenção aos alimentos

Os adultos devem beber, pelo menos, 1,5 litros de água por dia. É a recomendação geral. 

 

Nos dias de calor e quando a exposição solar é maior, é fundamental manter a hidratação. Por isso, deve beber água mesmo que não tenha sede. Garanta que as crianças e os idosos também bebem a água necessária para manter a sua hidratação.

 

Beber água é uma forma de manter a pele hidratada e saudável e, por isso, mais resistente à exposição solar.

 

Bebidas refrescantes não substituem o consumo de água, mas podem ajudar. Prefira sumos de fruta a outras bebidas refrescantes, como bebidas com muito açúcar ou alcoólicas.

 

Escolha alimentos com maior quantidade de água, para ajudar a manter a sua hidratação. Por que não escolher uma salada de verduras e frutas?

 

Conhecemos os benefícios da vitamina C para o sistema imunitário, mas sabia que também é uma ajuda importante na produção de colagénio que atua na elasticidade da pele? É outra dica importante para quem quer manter uma pele saudável durante os meses de maior exposição solar.

 

E se levar os seus alimentos para a praia ou para um piquenique, preste especial atenção à sua conservação. Leve uma maçã na sua marmita em vez de um iogurte.

 

Os laticínios, como outros alimentos, podem estragar-se mais facilmente quando expostos ao calor.

 

 

4. Procure espaços frescos

Fazer uma viagem longa durante as horas de maior calor é penoso. Evite percursos grandes entre as 12h e as 16h.

 

Em casa, essas são as horas ideais para baixar as persianas e evitar o contacto direto com o sol. De manhã ou ao final do dia, abra as janelas para arejar o espaço.

 

Se puder, mantenha-se num ambiente fresco, por exemplo, com ar condicionado. Mas tenha atenção às mudanças de temperatura, não devem ser muito bruscas.

 

 

Conheça os riscos da exposição solar

Parece inevitável apanhar um escaldão até se for só dar um passeio à beira-mar? Mas não é.

 

Deve proteger-se ao máximo para evitar queimaduras solares, porque elas podem provocar problemas graves como cancro de pele.

 

Se tiver escaldões, procure conhecer a melhor forma de recuperar a sua pele da agressão solar, seja em casa ou com acompanhamento médico. Fale com o seu dermatologista sobre a proteção que deve ter no futuro.

 

No imediato, uma forte exposição solar aliada a dias de forte calor e exercício físico podem levar a insolações.

 

Manter a hidratação é meio caminho andado para resistir bem a um pico de calor ou aos dias quentes. Ter cuidados com a alimentação também ajuda a acumular a energia certa para os dias mais desgastantes ao sol.

 

Outros cuidados com os alimentos evitam intoxicações alimentares, que podem ser graves no caso de grupos de risco.

 

 

Regras para ir à praia em tempos de COVID-19

A Direção-Geral de Saúde (DGS) emitiu regras para ir à praia no Verão de 2021, para controlar a pandemia de COVID-19.

 

Aos seus cuidados com o sol, acrescente estas normas nas idas à praia:

 

Use máscara no acesso ao areal

Deve manter a máscara de proteção enquanto não chegar ao areal, mas também quando não for possível manter o distanciamento social e, claro, nos acessos às instalações da praia e restaurantes.

 

A circulação no acesso à praia deve fazer-se num único sentido, com o devido distanciamento físico. Se existirem condições, a entrada e a saída devem ser separadas.

 

Mantenha a distância social

Pelo menos, 1,5 metros entre pessoas que não pertençam ao mesmo grupo, no areal. A distância é válida para toalhas de praia e, no caso dos chapéus de sol, passa a ser de 3 metros.

 

Não se esqueça do álcool gel

Mesmo na praia, deve continuar a higienizar as mãos com frequência. Os outros cuidados também são para manter: se espirrar, faça-o para um lenço de papel ou para o braço e lave as mãos em seguida.

 

Verifique a ocupação das praias

De acordo com a DGS, a Agência Portuguesa do Ambiente vai informar qual é o nível de ocupação das praias, através do seu site e de uma aplicação para dispositivos móveis. No caso das praias não concessionadas, cabe às câmaras municipais dar essa informação.

 

Existem 3 níveis de ocupação: verde se a praia estiver a menos de 50% da capacidade definida; amarelo para uma ocupação de 50% até 90%; e vermelho, com ocupação total, acima de 90%.

 

Leve as raquetes, pelo sim, pelo não

É permitido praticar desporto acompanhado, como jogar raquetes ou jogar à bola, mas apenas se a ocupação da praia for baixa.

 

Também pode fazer aulas com instrutores, como surf, mas com um número limitado de participantes.

 

 

Conheça todas as regras no site da DGS, até porque há multas para quem não cumprir e vão de 50€ a 100€ ou, no caso de comerciantes, de 500€ a 1000€.

 

E as bolas de Berlim? Esteja descansado. A venda ambulante na praia é permitida, desde que se cumpram as condições de higiene e segurança.

 

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

Com a chegada do bom tempo, começam as tardes nas esplanadas, as escapadinhas à praia, as idas à piscina, os piqueniques no parque.

 

Qualquer pedaço de jardim ou areal serve para matar saudades do sol. Saiba que cuidados deve ter antes da exposição solar e que dicas deve conhecer para aproveitar o Verão sem riscos.

 

 

1. Use protetor solar, sempre

Sabia que os dermatologistas recomendam o uso de protetor solar durante todo o ano? Mesmo nos dias nublados, quando o sol parece escondido, estamos expostos aos raios ultravioletas.

 

Aliás, nem precisa sair de casa. Se trabalha ao computador, também está exposto aos raios UV que os ecrãs emitem, por isso, esta dica também é para si.

 

Utilize protetor solar sobretudo no rosto, todos os dias. Se fizer desporto, caminhadas, praia, piscina ou qualquer atividade ao ar livre, nunca se esqueça do creme protetor nas zonas expostas ao sol.

 

O cancro de pele mais grave e fatal, o melanoma, tem como principal causa a exposição solar e é por isso tão importante proteger-se do sol em todos os momentos.

 

 

FPS, UVB, UVA... Como escolher o protetor solar certo?

Sabe o que é o SPF ou FPS que vê nas embalagens de protetor solar? É o fator de proteção solar do produto que usa e indica a capacidade de filtro da radiação solar, em particular o tipo de radiação UVB.

 

Quando uma pessoa com pele clara usa um protetor de fator 10, significa que demorará 10 vezes mais tempo a queimar-se do que se não tivesse aplicado esse produto solar, ou seja, pode estar protegida por 100 minutos.

 

O nível de proteção depende do tipo de pele.

 

Quem tem a pele mais clara, precisará de um protetor solar mais forte. Ou seja, peles claras precisam de Fator de Proteção Solar muito alto, acima de 50.

 

Para peles também claras mas que já se bronzeiam com alguma facilidade, o nível de proteção pede protetores com SPF entre 30 e 50.

 

Para peles morenas, o fator de proteção indicado está entre 15 e 30. Falamos de pessoas que se bronzeiam depressa e não costumam ter escaldões.

 

Mas o tom da pele não é fator de exclusão no que diz respeito ao protetor. Até as peles mais morenas precisam de protetor solar, ainda que possa ter um fator de proteção mais baixo, menos do que 15, por exemplo.

 

Bebés e crianças pequenas têm ainda mais limitações: não devem apanhar sol direto nas horas mais críticas e precisam de protetores solares mais fortes.

 

A proteção também depende do tipo de protetor escolhido.

 

Alguns produtos solares só defendem contra raios UVB, mais comuns. Existe outro tipo de radiação solar – os raios UVA – que não são responsáveis pelas queimaduras solares mas provocam outras reações.

 

Os raios UVA penetram em profundidade na pele, pelo que estão associados ao desenvolvimento de cancro de pele e provocam outras reações como o envelhecimento prematuro e o aparecimento de manchas e de alergias.

 

Existem protetores solares que combinam a proteção UVB com a UVA. Basta analisar com atenção a embalagem do produto para descobrir se estará a proteger-se da melhor forma.

 

Na dúvida, consulte o seu dermatologista. O seu médico saberá recomendar o melhor protetor solar, conforme a sua idade e as necessidades da sua pele.

 

Já agora, fale com o seu dermatologista sobre os sintomas dos cancros de pele. Os especialistas recomendam atenção aos sinais da pele que mudam de aspeto, cor ou tamanho ou que tenham outro tipo de alteração.

 

 

Como usar protetor solar

Tenha atenção: a proteção solar depende da quantidade de produto que aplicar, que deve ser sempre generosa.

 

Aplique protetor em todas as zonas do corpo que vão estar expostas ao sol, pelo menos 15 a 30 minutos antes da exposição.

 

Se for ao banho, reforce o protetor solar e nunca dispense esta proteção mesmo que esteja à sombra.

 

 

2. Evite a exposição solar nas horas de maior calor

É aquela recomendação que ouvimos todos os anos, mas é importante repetir. Deve evitar-se a exposição solar nas horas de maior calor, entre as 11h e as 17h, mas sobretudo entre as 12h e as 16h.

 

Nestas horas, os raios ultravioletas estão mais fortes e os riscos a eles associados são maiores.

 

Não falamos apenas de estar na praia ou na piscina durante as horas mais perigosas.

 

Se sair do areal para estar na esplanada ao sol, o seu corpo também está a absorver os raios solares.

 

O que pode fazer para proteger-se nas horas de maior calor?

 

Siga a regra da sombra. Se a sua sombra no chão for maior do que a sua altura, é boa hora para estar ao sol. Pelo contrário, evite a exposição solar se a projeção da sombra for inferior à sua altura.

 

Use mangas compridas. É difícil nos dias de muito calor, mas se estiver, por exemplo, a fazer desporto ao ar livre, o seu corpo vai estar exposto aos raios solares mais perigosos a menos que use camisolas sem decotes e com mangas compridas. Prefira cores escuras se o tecido for menos opaco, porque protegem mais contra os raios UV.

 

Não se esqueça dos acessórios. Usar chapéu nas horas de maior calor é fundamental para estar protegido. Se puder, use óculos de sol com proteção contra radiação UVB e UVA.

 

 

3. Beba muita água e tenha atenção aos alimentos

Os adultos devem beber, pelo menos, 1,5 litros de água por dia. É a recomendação geral. 

 

Nos dias de calor e quando a exposição solar é maior, é fundamental manter a hidratação. Por isso, deve beber água mesmo que não tenha sede. Garanta que as crianças e os idosos também bebem a água necessária para manter a sua hidratação.

 

Beber água é uma forma de manter a pele hidratada e saudável e, por isso, mais resistente à exposição solar.

 

Bebidas refrescantes não substituem o consumo de água, mas podem ajudar. Prefira sumos de fruta a outras bebidas refrescantes, como bebidas com muito açúcar ou alcoólicas.

 

Escolha alimentos com maior quantidade de água, para ajudar a manter a sua hidratação. Por que não escolher uma salada de verduras e frutas?

 

Conhecemos os benefícios da vitamina C para o sistema imunitário, mas sabia que também é uma ajuda importante na produção de colagénio que atua na elasticidade da pele? É outra dica importante para quem quer manter uma pele saudável durante os meses de maior exposição solar.

 

E se levar os seus alimentos para a praia ou para um piquenique, preste especial atenção à sua conservação. Leve uma maçã na sua marmita em vez de um iogurte.

 

Os laticínios, como outros alimentos, podem estragar-se mais facilmente quando expostos ao calor.

 

 

4. Procure espaços frescos

Fazer uma viagem longa durante as horas de maior calor é penoso. Evite percursos grandes entre as 12h e as 16h.

 

Em casa, essas são as horas ideais para baixar as persianas e evitar o contacto direto com o sol. De manhã ou ao final do dia, abra as janelas para arejar o espaço.

 

Se puder, mantenha-se num ambiente fresco, por exemplo, com ar condicionado. Mas tenha atenção às mudanças de temperatura, não devem ser muito bruscas.

 

 

Conheça os riscos da exposição solar

Parece inevitável apanhar um escaldão até se for só dar um passeio à beira-mar? Mas não é.

 

Deve proteger-se ao máximo para evitar queimaduras solares, porque elas podem provocar problemas graves como cancro de pele.

 

Se tiver escaldões, procure conhecer a melhor forma de recuperar a sua pele da agressão solar, seja em casa ou com acompanhamento médico. Fale com o seu dermatologista sobre a proteção que deve ter no futuro.

 

No imediato, uma forte exposição solar aliada a dias de forte calor e exercício físico podem levar a insolações.

 

Manter a hidratação é meio caminho andado para resistir bem a um pico de calor ou aos dias quentes. Ter cuidados com a alimentação também ajuda a acumular a energia certa para os dias mais desgastantes ao sol.

 

Outros cuidados com os alimentos evitam intoxicações alimentares, que podem ser graves no caso de grupos de risco.

 

 

Regras para ir à praia em tempos de COVID-19

A Direção-Geral de Saúde (DGS) emitiu regras para ir à praia no Verão de 2021, para controlar a pandemia de COVID-19.

 

Aos seus cuidados com o sol, acrescente estas normas nas idas à praia:

 

Use máscara no acesso ao areal

Deve manter a máscara de proteção enquanto não chegar ao areal, mas também quando não for possível manter o distanciamento social e, claro, nos acessos às instalações da praia e restaurantes.

 

A circulação no acesso à praia deve fazer-se num único sentido, com o devido distanciamento físico. Se existirem condições, a entrada e a saída devem ser separadas.

 

Mantenha a distância social

Pelo menos, 1,5 metros entre pessoas que não pertençam ao mesmo grupo, no areal. A distância é válida para toalhas de praia e, no caso dos chapéus de sol, passa a ser de 3 metros.

 

Não se esqueça do álcool gel

Mesmo na praia, deve continuar a higienizar as mãos com frequência. Os outros cuidados também são para manter: se espirrar, faça-o para um lenço de papel ou para o braço e lave as mãos em seguida.

 

Verifique a ocupação das praias

De acordo com a DGS, a Agência Portuguesa do Ambiente vai informar qual é o nível de ocupação das praias, através do seu site e de uma aplicação para dispositivos móveis. No caso das praias não concessionadas, cabe às câmaras municipais dar essa informação.

 

Existem 3 níveis de ocupação: verde se a praia estiver a menos de 50% da capacidade definida; amarelo para uma ocupação de 50% até 90%; e vermelho, com ocupação total, acima de 90%.

 

Leve as raquetes, pelo sim, pelo não

É permitido praticar desporto acompanhado, como jogar raquetes ou jogar à bola, mas apenas se a ocupação da praia for baixa.

 

Também pode fazer aulas com instrutores, como surf, mas com um número limitado de participantes.

 

 

Conheça todas as regras no site da DGS, até porque há multas para quem não cumprir e vão de 50€ a 100€ ou, no caso de comerciantes, de 500€ a 1000€.

 

E as bolas de Berlim? Esteja descansado. A venda ambulante na praia é permitida, desde que se cumpram as condições de higiene e segurança.

 

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

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