Segunda opinião médica

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Segunda opinião médica: como pedir e qual a sua importância?

4 ago 2022 | 4 min de leitura

Recebeu um diagnóstico médico e tem dúvidas sobre o mesmo ou que tratamento seguir? Peça uma segunda opinião médica. Descubra como fazê-lo de forma eficaz, o que perguntar e levar para a consulta.

Um diagnóstico médico nem sempre é preto ou branco. Algumas doenças podem ter sintomas tão subtis ou comuns que confundem até os médicos mais experientes. Outras vezes, o paciente pode ter o diagnóstico correto, mas estar com dúvidas sobre que tratamento seguir. É nesta altura que deve pedir uma segunda opinião médica.

 

 

O que é o direito à segunda opinião médica?

Uma segunda opinião é a opção de consultar outro médico ou especialista após receber um diagnóstico inicial ou um plano de tratamentos para uma condição médica. O segundo médico analisará o seu historial clínico, poderá pedir novos exames e dará a sua opinião em relação ao diagnóstico ou plano de tratamentos inicial.

 

Mais do que uma opção, é um direito consagrado no código deontológico dos médicos e contemplado na Carta dos Direitos e Deveres do Doente. “Este direito permite ao doente complementar a informação sobre o seu estado de saúde, dando-lhe a possibilidade de decidir, de forma mais esclarecida, acerca do tratamento a prosseguir”, explica a carta, publicada pelo Ministério da Saúde.

 

 

Qual a importância de pedir uma 2ª opinião médica?

A iniciativa de procurar outro profissional pode vir do doente ou do profissional de saúde, sempre que surjam dúvidas ou questões inerentes à situação clínica, especialmente se vai fazer uma cirurgia ou outro procedimento importante. Diferentes médicos podem ter abordagens divergentes ao mesmo problema. Por isso, obter uma segunda opinião pode ajudá-lo a avaliar a sua situação, assim como os prós e os contras dos tratamentos.

 

Uma segunda opinião médica pode ser de grande utilidade, sobretudo nos casos em que:

 

  • O doente tem múltiplas patologias
  • Sofre de uma doença rara ou de uma doença terminal
  • Não responde ao tratamento ou tem vários tratamentos a considerar
  • Não se sente confortável com o acompanhamento que lhe tem sido dado ou com as recomendações que lhe foram feitas
  • Considera que não foi envolvido na decisão do médico que consultou inicialmente
  • O diagnóstico não é claro
  • O seguro de saúde requer uma segunda opinião
  • O tratamento sugerido é experimental, controverso ou arriscado
  • O médico não consegue ajudá-lo ou não é especializado na doença.

 

 

Como pedir segunda opinião médica?

A melhor forma de iniciar este processo é pedir uma recomendação ao médico que o acompanha, ao seu médico de família ou médico de clínica geral. Se não se sentir confortável em fazê-lo, existem outras formas de obter uma segunda opinião. Pode pedir uma recomendação:

 

  • Ao seu seguro de saúde
  • A uma clínica ou hospital local
  • A associação especialista no tema

 

Se tiver um seguro de saúde, verifique se o seu plano cobre a segunda opinião e se há instruções especiais a seguir.

 

 

O que perguntar na consulta de segunda opinião médica?

Quando procurar o médico seja claro e assuma que está a pedir um novo parecer. Prepare as questões antecipadamente. Algumas podem ser mais específicas sobre o seu caso, mas pode colocar algumas mais genéricas como:
 

  • Qual o seu diagnóstico?
  • Quais são as opções que tenho?
  • Quais são as vantagens, desvantagens e riscos de cada um dos possíveis tratamentos?
  • Que tratamento recomenda?
  • O que é que pode acontecer se não avançarmos com tratamento?

 

Numa primeira fase da consulta, evite entrar em detalhes sobre a primeira opinião que recebeu para que o especialista não fique condicionado. No final, deverá apresentar com detalhe o diagnóstico que recebeu inicialmente, fomentando, assim, um debate que o ajude a tomar, posteriormente, uma decisão informada e ponderada. 
 

 

O que deve levar para a consulta?

Depois de ter selecionado um novo profissional, marque uma consulta e leve toda a documentação que tiver, como:

 

  • Exames e as análises que fez
  • Relatório clínico
  • Registo sobre os tratamentos que possa ter feito até ao momento.

Se não os tiver, solicite-os previamente ao médico que o acompanhou.

 

 

Em que situações deve pedir uma segunda opinião médica internacional?

Se tiver uma doença grave, um diagnóstico incerto, ou o seu médico lhe disser que tem uma doença rara, cujo tratamento está pouco desenvolvido em Portugal, pode recorrer a um especialista fora do país. Recorra a um profissional com trabalho reconhecido na área, que possa analisar com detalhe o seu processo.

 

Procurar um médico no estrangeiro não tem de ser uma solução dispendiosa, uma vez que muitos seguros de saúde já incluem esta cobertura. É o caso do Seguro SafeCare Saúde Viva Mais, que disponibiliza a cobertura de segunda opinião médica numa rede internacional e, no caso de doenças graves, permite que realize o tratamento no estrangeiro, suportando as despesas até um milhão de euros, incluindo as despesas de viagem e estadia da pessoa segura e do seu acompanhante.

 

Um diagnóstico médico nem sempre é preto ou branco. Algumas doenças podem ter sintomas tão subtis ou comuns que confundem até os médicos mais experientes. Outras vezes, o paciente pode ter o diagnóstico correto, mas estar com dúvidas sobre que tratamento seguir. É nesta altura que deve pedir uma segunda opinião médica.

 

 

O que é o direito à segunda opinião médica?

Uma segunda opinião é a opção de consultar outro médico ou especialista após receber um diagnóstico inicial ou um plano de tratamentos para uma condição médica. O segundo médico analisará o seu historial clínico, poderá pedir novos exames e dará a sua opinião em relação ao diagnóstico ou plano de tratamentos inicial.

 

Mais do que uma opção, é um direito consagrado no código deontológico dos médicos e contemplado na Carta dos Direitos e Deveres do Doente. “Este direito permite ao doente complementar a informação sobre o seu estado de saúde, dando-lhe a possibilidade de decidir, de forma mais esclarecida, acerca do tratamento a prosseguir”, explica a carta, publicada pelo Ministério da Saúde.

 

 

Qual a importância de pedir uma 2ª opinião médica?

A iniciativa de procurar outro profissional pode vir do doente ou do profissional de saúde, sempre que surjam dúvidas ou questões inerentes à situação clínica, especialmente se vai fazer uma cirurgia ou outro procedimento importante. Diferentes médicos podem ter abordagens divergentes ao mesmo problema. Por isso, obter uma segunda opinião pode ajudá-lo a avaliar a sua situação, assim como os prós e os contras dos tratamentos.

 

Uma segunda opinião médica pode ser de grande utilidade, sobretudo nos casos em que:

 

  • O doente tem múltiplas patologias
  • Sofre de uma doença rara ou de uma doença terminal
  • Não responde ao tratamento ou tem vários tratamentos a considerar
  • Não se sente confortável com o acompanhamento que lhe tem sido dado ou com as recomendações que lhe foram feitas
  • Considera que não foi envolvido na decisão do médico que consultou inicialmente
  • O diagnóstico não é claro
  • O seguro de saúde requer uma segunda opinião
  • O tratamento sugerido é experimental, controverso ou arriscado
  • O médico não consegue ajudá-lo ou não é especializado na doença.

 

 

Como pedir segunda opinião médica?

A melhor forma de iniciar este processo é pedir uma recomendação ao médico que o acompanha, ao seu médico de família ou médico de clínica geral. Se não se sentir confortável em fazê-lo, existem outras formas de obter uma segunda opinião. Pode pedir uma recomendação:

 

  • Ao seu seguro de saúde
  • A uma clínica ou hospital local
  • A associação especialista no tema

 

Se tiver um seguro de saúde, verifique se o seu plano cobre a segunda opinião e se há instruções especiais a seguir.

 

 

O que perguntar na consulta de segunda opinião médica?

Quando procurar o médico seja claro e assuma que está a pedir um novo parecer. Prepare as questões antecipadamente. Algumas podem ser mais específicas sobre o seu caso, mas pode colocar algumas mais genéricas como:
 

  • Qual o seu diagnóstico?
  • Quais são as opções que tenho?
  • Quais são as vantagens, desvantagens e riscos de cada um dos possíveis tratamentos?
  • Que tratamento recomenda?
  • O que é que pode acontecer se não avançarmos com tratamento?

 

Numa primeira fase da consulta, evite entrar em detalhes sobre a primeira opinião que recebeu para que o especialista não fique condicionado. No final, deverá apresentar com detalhe o diagnóstico que recebeu inicialmente, fomentando, assim, um debate que o ajude a tomar, posteriormente, uma decisão informada e ponderada. 
 

 

O que deve levar para a consulta?

Depois de ter selecionado um novo profissional, marque uma consulta e leve toda a documentação que tiver, como:

 

  • Exames e as análises que fez
  • Relatório clínico
  • Registo sobre os tratamentos que possa ter feito até ao momento.

Se não os tiver, solicite-os previamente ao médico que o acompanhou.

 

 

Em que situações deve pedir uma segunda opinião médica internacional?

Se tiver uma doença grave, um diagnóstico incerto, ou o seu médico lhe disser que tem uma doença rara, cujo tratamento está pouco desenvolvido em Portugal, pode recorrer a um especialista fora do país. Recorra a um profissional com trabalho reconhecido na área, que possa analisar com detalhe o seu processo.

 

Procurar um médico no estrangeiro não tem de ser uma solução dispendiosa, uma vez que muitos seguros de saúde já incluem esta cobertura. É o caso do Seguro SafeCare Saúde Viva Mais, que disponibiliza a cobertura de segunda opinião médica numa rede internacional e, no caso de doenças graves, permite que realize o tratamento no estrangeiro, suportando as despesas até um milhão de euros, incluindo as despesas de viagem e estadia da pessoa segura e do seu acompanhante.

 

 

 

 

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