Melanoma: quais os sintomas

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Melanoma: sintomas a que deve estar atento

13 jul 2022 | 4 min de leitura

A deteção precoce de sinais com contorno irregular, cores variadas ou textura áspera é fundamental para tratar atempadamente este tipo de cancro. Saiba quais os sintomas do melanoma.

A pele é o maior órgão do corpo e tem uma função vital: proteger-nos do calor, da luz do sol, de feridas e de infeções. Também ajuda a regular a temperatura corporal, armazena água e gordura, e produz vitamina D.

 

Apesar de ser uma “armadura” contra os males externos, nem sempre temos o cuidado que deveríamos ter. É importante cuidarmos dela, não só por questões estéticas, mas também porque corremos o risco de desenvolver problemas de saúde que podem ser graves. Saiba o que é o melanoma e os sintomas a que deve estar atento.

 

 

O que é o melanoma?

O melanoma é um tipo de cancro de pele que tem origem na transformação dos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento responsável por dar cor à pele.

 

Manifesta-se através da alteração na cor, textura, tamanho e irregularidade dos bordos de sinais pré-existentes ou no aparecimento de sinais na pele novos, sendo mais comuns em pessoas com história de queimaduras (antecedentes são outras coisas) ou pele clara. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), todos os anos surgem 1 000 novos casos de cancro da pele em Portugal.

 

Na fase inicial, que pode durar meses ou anos, o melanoma desenvolve-se à superfície (fase de crescimento horizontal), mas posteriormente estende-se em profundidade (fase de crescimento vertical), podendo atingir as camadas mais profundas da pele, com possível invasão ganglionar e metastização sobretudo para o fígado, pulmões e cérebro.

 

Pode surgir em qualquer parte do corpo, com maior incidência na face, no tronco e nas pernas, no caso das mulheres, ou nas mucosas (boca, olhos, reto). Ao contrário de outros tipos de cancro de pele, mais associados a uma exposição solar crónica, o melanoma está relacionado com uma exposição solar irregular e aguda, caracterizada muitas vezes por queimaduras solares.

 

 

Quais são os fatores de risco?

Mais do que as causas do melanoma, devemos falar em fatores de risco. Como explica a SPDV, as pessoas com pele clara, cabelo loiro ou ruivo, olhos azuis ou esverdeados têm maior risco de desenvolver melanoma, tal como as que apresentam muitos sinais irregulares e de cor acastanhada disseminados pelo corpo, as que se bronzeiam com dificuldade e as que formam sardas com frequência.

 

Quem tem antecedentes de queimaduras solares múltiplas, sobretudo na infância, adolescência ou início da idade adulta, ou historial de utilização de solários também apresenta maior probabilidade de ter a doença, pois a pele tem memória solar.

 

 

Que tipos de melanoma existem?

Existem vários subtipos de melanoma, dos quais os mais comuns são:

 

  • Melanoma de extensão superficial. É o mais comum (70%), sobretudo em pessoas com tom de pele mais claro. Na mulher surge mais frequente na perna. No homem, nas costas. Tem maior prevalência na faixa etária entre os 30 e os 50 anos. Por norma, é um tumor de evolução lenta e está localizado na camada mais superficial da pele.

 

  • Melanoma nodular. Cresce de forma mais rápida e, em alguns casos, dá origem a uma pequena hemorragia e úlcera. É o segundo mais comum nas peles claras e surge mais frequentemente por volta dos 50-60 anos e é duas vezes mais comum nos homens.

 

  • Melanoma acral lentiginoso. Forma rara de melanoma, mais comum nos não caucasianos (negros ou asiáticos). Surge sobretudo nas palmas das mãos, plantas dos pés, mucosas e por baixo das unhas em pessoas entre os 60 e os 70 anos.

 

  • Melanoma lentigo maligno. Começa como uma mancha ou um ponto (lentigo) muito pigmentado que vai crescendo e penetrando na pele. É mais prevalente nas pessoas mais idosas e com tom de pele mais branca, já que está associado a uma exposição solar crónica.

 

 

Quais os sinais e sintomas do melanoma a que deve estar atento

É fundamental que o melanoma seja detetado o mais precocemente possível. A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo recomenda que se examine a pele, pelo menos, de dois em dois meses, para verificar se existe alguma alteração suspeita. Uma outra forma será fotografar os sinais, principalmente em zonas de difícil acesso, como o dorso, para poder comparar a sua evolução.

 

Coloque-se diante de um espelho de corpo inteiro, com outro mais pequeno na mão, para analisar as zonas mais difíceis. Contacte imediatamente o seu dermatologista, se encontrar sinais que:

 

  • Sofreram alterações de tamanho, cor e forma
  • São assimétricos ou têm bordos irregulares
  • Possuem várias cores
  • Têm um aspeto diferente dos restantes
  • São ásperos ou escamosos (em alguns casos, as lesões sentem-se, antes de se tornarem visíveis)
  • Têm aspeto rosado, parecendo estar inflamados
  • Provocam comichão
  • Sangram ou libertam líquido
  • Parecem uma ferida, mas não cicatrizam

 

Se se apercebeu recentemente do aparecimento de um sinal escuro na pele até agora inexistente, alerte o seu médico. Se tem uma pele com muitos sinais, deve ser seguido regularmente por um dermatologista para minimizar eventuais riscos de surgimento da doença.

 

 

O melanoma tem cura?

Quando detetado numa fase inicial, “em que ainda é muito fino (tem uma espessura inferior a 0,75 mm), acompanha-se de elevadas taxas de cura”, assegura a SPDV.

 

A associação dos profissionais de dermatologia e venereologia explica que “as probabilidades de cura ficam bastante reduzidas, quando o tumor é mais espesso (maior que 1,5 mm)”, podendo nesta altura já ter metástases.

 

 

Tipos de diagnóstico do melanoma

O primeiro passo é confirmar o diagnóstico, muitas vezes assente na dermatoscopia (procedimento não invasivo que permite observar as lesões cutâneas) e acompanhada da realização de uma biópsia.

 

Através deste procedimento, o médico tenta remover a totalidade da proeminência de aspeto suspeito (biópsia excisional) ou uma amostra de tecido, caso seja muito grande. Posteriormente, esta amostra segue para laboratório. Se for positiva, o médico avalia qual o procedimento complementar diagnóstico a seguir e o tratamento adequado, de acordo com vários fatores como a profundidade de penetração do melanoma.

 

 

Estadiamento do melanoma: o que é

Antes de decidir qual o tratamento a seguir, é necessário saber a extensão da doença. Ou seja, avaliar o estadiamento do melanoma tendo em conta a espessura, extensão ou se as células do melanoma já passaram para os gânglios linfáticos ou outras partes do corpo.

 

Por exemplo, no estadio 0, as células estão na camada exterior da pele e não há invasão dos tecidos mais internos. No estadio IV, as células de melanoma metastizaram para outros órgãos, para os gânglios linfáticos ou para zonas da pele longe do tumor original.

 

 

Quais os tratamentos do melanoma?

Por norma, o tratamento é cirúrgico. Este é tanto mais eficaz quanto mais superficial for a lesão. Nos casos em que o tumor está num estágio muito inicial, é possível remover a lesão, numa consulta de dermatologia, com anestesia local.

 

Quando já existem metástases, os especialistas optam, muitas vezes, por complementar o tratamento com fármacos, de maneira a aumentar assim a possibilidade de cura.

 

 

Que cuidados devemos ter com a pele?

A exposição solar tem efeitos benéficos para a saúde, desde que realizada em segurança e de forma equilibrada. Conheça as recomendações da SPDV para proteger a sua pele:

 

  • Quinze a trinta minutos antes da exposição solar, aplique protetor solar de fator 30 ou superior. Repita a aplicação de duas em duas horas ou após o banho

 

  • Proteja zonas mais sensíveis como as orelhas, o dorso das mãos e os lábios, onde aparecem muitas vezes lesões malignas

 

  • Utilize chapéu, óculos de sol, calções e t-shirt de malha apertada

 

  • Evite estar ao sol entre as 12 e as 16 horas. Para as crianças e as pessoas com pele mais clara, este horário deve ser mais alargado (entre as 11 e as 17 horas). Tenha em conta que, mesmo debaixo do chapéu, estamos expostos à radiação ultravioleta

 

  • Não exponha diretamente ao sol os bebés até aos dois anos. Se forem à praia, devem ficar à sombra, debaixo de um guarda-sol, e usar vestuário que cubra o corpo

 

  • Prefira uma exposição solar gradual e progressiva e não tenha pressa em bronzear-se rapidamente. Os escaldões estão, muitas vezes, na origem de lesões dermatológicas

 

  • Procure não adormecer ao sol. É uma das causas frequentes de queimaduras graves

 

  • Mesmo em dias de céu nublado ou com a temperatura mais baixa, não dispense o uso de protetor solar

 

  • Informe-se com o seu médico sobre os medicamentos que está a tomar, uma vez que existem alguns anti-inflamatórios, antibióticos e anti-hipertensores que podem provocar fotossensibilidade e desencadear queimaduras ou alergias na pele exposta ao sol.

A pele é o maior órgão do corpo e tem uma função vital: proteger-nos do calor, da luz do sol, de feridas e de infeções. Também ajuda a regular a temperatura corporal, armazena água e gordura, e produz vitamina D.

 

Apesar de ser uma “armadura” contra os males externos, nem sempre temos o cuidado que deveríamos ter. É importante cuidarmos dela, não só por questões estéticas, mas também porque corremos o risco de desenvolver problemas de saúde que podem ser graves. Saiba o que é o melanoma e os sintomas a que deve estar atento.

 

 

O que é o melanoma?

O melanoma é um tipo de cancro de pele que tem origem na transformação dos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento responsável por dar cor à pele.

 

Manifesta-se através da alteração na cor, textura, tamanho e irregularidade dos bordos de sinais pré-existentes ou no aparecimento de sinais na pele novos, sendo mais comuns em pessoas com história de queimaduras (antecedentes são outras coisas) ou pele clara. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), todos os anos surgem 1 000 novos casos de cancro da pele em Portugal.

 

Na fase inicial, que pode durar meses ou anos, o melanoma desenvolve-se à superfície (fase de crescimento horizontal), mas posteriormente estende-se em profundidade (fase de crescimento vertical), podendo atingir as camadas mais profundas da pele, com possível invasão ganglionar e metastização sobretudo para o fígado, pulmões e cérebro.

 

Pode surgir em qualquer parte do corpo, com maior incidência na face, no tronco e nas pernas, no caso das mulheres, ou nas mucosas (boca, olhos, reto). Ao contrário de outros tipos de cancro de pele, mais associados a uma exposição solar crónica, o melanoma está relacionado com uma exposição solar irregular e aguda, caracterizada muitas vezes por queimaduras solares.

 

 

Quais são os fatores de risco?

Mais do que as causas do melanoma, devemos falar em fatores de risco. Como explica a SPDV, as pessoas com pele clara, cabelo loiro ou ruivo, olhos azuis ou esverdeados têm maior risco de desenvolver melanoma, tal como as que apresentam muitos sinais irregulares e de cor acastanhada disseminados pelo corpo, as que se bronzeiam com dificuldade e as que formam sardas com frequência.

 

Quem tem antecedentes de queimaduras solares múltiplas, sobretudo na infância, adolescência ou início da idade adulta, ou historial de utilização de solários também apresenta maior probabilidade de ter a doença, pois a pele tem memória solar.

 

 

Que tipos de melanoma existem?

Existem vários subtipos de melanoma, dos quais os mais comuns são:

 

  • Melanoma de extensão superficial. É o mais comum (70%), sobretudo em pessoas com tom de pele mais claro. Na mulher surge mais frequente na perna. No homem, nas costas. Tem maior prevalência na faixa etária entre os 30 e os 50 anos. Por norma, é um tumor de evolução lenta e está localizado na camada mais superficial da pele.

 

  • Melanoma nodular. Cresce de forma mais rápida e, em alguns casos, dá origem a uma pequena hemorragia e úlcera. É o segundo mais comum nas peles claras e surge mais frequentemente por volta dos 50-60 anos e é duas vezes mais comum nos homens.

 

  • Melanoma acral lentiginoso. Forma rara de melanoma, mais comum nos não caucasianos (negros ou asiáticos). Surge sobretudo nas palmas das mãos, plantas dos pés, mucosas e por baixo das unhas em pessoas entre os 60 e os 70 anos.

 

  • Melanoma lentigo maligno. Começa como uma mancha ou um ponto (lentigo) muito pigmentado que vai crescendo e penetrando na pele. É mais prevalente nas pessoas mais idosas e com tom de pele mais branca, já que está associado a uma exposição solar crónica.

 

 

Quais os sinais e sintomas do melanoma a que deve estar atento

É fundamental que o melanoma seja detetado o mais precocemente possível. A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo recomenda que se examine a pele, pelo menos, de dois em dois meses, para verificar se existe alguma alteração suspeita. Uma outra forma será fotografar os sinais, principalmente em zonas de difícil acesso, como o dorso, para poder comparar a sua evolução.

 

Coloque-se diante de um espelho de corpo inteiro, com outro mais pequeno na mão, para analisar as zonas mais difíceis. Contacte imediatamente o seu dermatologista, se encontrar sinais que:

 

  • Sofreram alterações de tamanho, cor e forma
  • São assimétricos ou têm bordos irregulares
  • Possuem várias cores
  • Têm um aspeto diferente dos restantes
  • São ásperos ou escamosos (em alguns casos, as lesões sentem-se, antes de se tornarem visíveis)
  • Têm aspeto rosado, parecendo estar inflamados
  • Provocam comichão
  • Sangram ou libertam líquido
  • Parecem uma ferida, mas não cicatrizam

 

Se se apercebeu recentemente do aparecimento de um sinal escuro na pele até agora inexistente, alerte o seu médico. Se tem uma pele com muitos sinais, deve ser seguido regularmente por um dermatologista para minimizar eventuais riscos de surgimento da doença.

 

 

O melanoma tem cura?

Quando detetado numa fase inicial, “em que ainda é muito fino (tem uma espessura inferior a 0,75 mm), acompanha-se de elevadas taxas de cura”, assegura a SPDV.

 

A associação dos profissionais de dermatologia e venereologia explica que “as probabilidades de cura ficam bastante reduzidas, quando o tumor é mais espesso (maior que 1,5 mm)”, podendo nesta altura já ter metástases.

 

 

Tipos de diagnóstico do melanoma

O primeiro passo é confirmar o diagnóstico, muitas vezes assente na dermatoscopia (procedimento não invasivo que permite observar as lesões cutâneas) e acompanhada da realização de uma biópsia.

 

Através deste procedimento, o médico tenta remover a totalidade da proeminência de aspeto suspeito (biópsia excisional) ou uma amostra de tecido, caso seja muito grande. Posteriormente, esta amostra segue para laboratório. Se for positiva, o médico avalia qual o procedimento complementar diagnóstico a seguir e o tratamento adequado, de acordo com vários fatores como a profundidade de penetração do melanoma.

 

 

Estadiamento do melanoma: o que é

Antes de decidir qual o tratamento a seguir, é necessário saber a extensão da doença. Ou seja, avaliar o estadiamento do melanoma tendo em conta a espessura, extensão ou se as células do melanoma já passaram para os gânglios linfáticos ou outras partes do corpo.

 

Por exemplo, no estadio 0, as células estão na camada exterior da pele e não há invasão dos tecidos mais internos. No estadio IV, as células de melanoma metastizaram para outros órgãos, para os gânglios linfáticos ou para zonas da pele longe do tumor original.

 

 

Quais os tratamentos do melanoma?

Por norma, o tratamento é cirúrgico. Este é tanto mais eficaz quanto mais superficial for a lesão. Nos casos em que o tumor está num estágio muito inicial, é possível remover a lesão, numa consulta de dermatologia, com anestesia local.

 

Quando já existem metástases, os especialistas optam, muitas vezes, por complementar o tratamento com fármacos, de maneira a aumentar assim a possibilidade de cura.

 

 

Que cuidados devemos ter com a pele?

A exposição solar tem efeitos benéficos para a saúde, desde que realizada em segurança e de forma equilibrada. Conheça as recomendações da SPDV para proteger a sua pele:

 

  • Quinze a trinta minutos antes da exposição solar, aplique protetor solar de fator 30 ou superior. Repita a aplicação de duas em duas horas ou após o banho

 

  • Proteja zonas mais sensíveis como as orelhas, o dorso das mãos e os lábios, onde aparecem muitas vezes lesões malignas

 

  • Utilize chapéu, óculos de sol, calções e t-shirt de malha apertada

 

  • Evite estar ao sol entre as 12 e as 16 horas. Para as crianças e as pessoas com pele mais clara, este horário deve ser mais alargado (entre as 11 e as 17 horas). Tenha em conta que, mesmo debaixo do chapéu, estamos expostos à radiação ultravioleta

 

  • Não exponha diretamente ao sol os bebés até aos dois anos. Se forem à praia, devem ficar à sombra, debaixo de um guarda-sol, e usar vestuário que cubra o corpo

 

  • Prefira uma exposição solar gradual e progressiva e não tenha pressa em bronzear-se rapidamente. Os escaldões estão, muitas vezes, na origem de lesões dermatológicas

 

  • Procure não adormecer ao sol. É uma das causas frequentes de queimaduras graves

 

  • Mesmo em dias de céu nublado ou com a temperatura mais baixa, não dispense o uso de protetor solar

 

  • Informe-se com o seu médico sobre os medicamentos que está a tomar, uma vez que existem alguns anti-inflamatórios, antibióticos e anti-hipertensores que podem provocar fotossensibilidade e desencadear queimaduras ou alergias na pele exposta ao sol.

 

 

 

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