bem-estar

Solidariedade social: o que é e como contribuir?

07 dez 2022 | 3 min de leitura

O que é a solidariedade social e como podemos ajudar a comunidade em tempos de crise?

Solidariedade social

A solidariedade é uma qualidade imprescindível para viver em sociedade. Mas ser solidário é mais do que ajudar financeiramente os desfavorecidos. É olhar à volta e contribuir para tornar o mundo um sítio melhor. Neste artigo iremos explicar o que é a solidariedade social e partilhamos alguns exemplos que pode adotar para ser mais solidário.

 

 

O que é a solidariedade social e qual a sua importância?

A solidariedade é definida pela Porto Editora como “sentimento que leva a prestar auxílio a alguém” ou “responsabilidade recíproca entre elementos de um grupo social, profissional, institucional ou de uma comunidade”.

 

Já a solidariedade social é um conceito sociológico. De uma forma simples, é o laço que une os indivíduos numa sociedade, sendo responsável pela coesão social. Por exemplo, se uma comunidade fosse um muro de tijolos, a solidariedade social seria o cimento que os une. Se o muro tiver bastante cimento, os tijolos mantêm-se presos uns aos outros, formando uma unidade. Já se o cimento for pouco, a ligação entre os tijolos é menos intensa, podendo levar à ruína do muro.

 

 

Como ser solidário: 6 ideias

A solidariedade pode ter várias formas. Eis alguns exemplos para ajudar os outros e que podem fazer a diferença na vida de alguém e no mundo:

 

1. Faça uma contribuição

As instituições de solidariedade social estão sempre a precisar de dinheiro, para pagar as suas instalações e financiar os seus projetos de inclusão. Procure um projeto solidário com o qual se identifique e faça uma contribuição. Lembre-se de investigar a instituição para assegurar que é legítima..

 

2. Doe sangue

Além de ser um ato solidário, doar sangue é um gesto simples e que pode fazer a diferença na vida de uma pessoa que tenha sido submetida a uma operação, sido vítima de um acidente grave ou que padeça de uma doença crónica, por exemplo.

 

3. Faça voluntariado

Tem tempo e vontade? O voluntariado pode ser uma forma de contribuir para uma causa que o sensibilize. As instituições solidárias precisam sempre de voluntários para operacionalizar, gerir e fazer chegar ajuda a quem necessita. Pode contribuir com a sua presença física em organizações que estão no terreno, por exemplo, a confecionar refeições ou distribuir comida, mas também pode ajudar com uma competência que tenha e que seja necessária, como por exemplo: elaborar o design de um cartaz ou panfletos, fazer a contabilidade, criar sites ou gerir as redes sociais.

 

4. Adote um animal abandonado

Os animais também merecem solidariedade. Se tem condições, vontade e espaço para receber um novo amigo de quatro patas, porque não resgatar e cuidar de um animal abandonado?

 

5. Doe brinquedos e roupas

Quando foi a última vez que fez uma limpeza ao guarda-roupas ou ao armário dos brinquedos das crianças? É possível que tenha coisas que já não utiliza, mas que estão em condições. Existem muitas associações de solidariedade que aceitam roupas, brinquedos e outros objetos em segunda-mão (desde que estejam em condições) para serem distribuídos ou vendidos como forma de angariar dinheiro.

 

6. Consigne o IRS

Uma forma de contribuir para uma causa do seu interesse sem ter de despender tempo ou dinheiro é através da consignação do IRS. Este mecanismo permite doar 0,5% do seu IRS liquidado a uma entidade de solidariedade, devidamente autorizada pelo Estado. Assim, em vez de o seu imposto ficar todo nas mãos do Estado, uma parte poderá ser canalizada para uma instituição específica, à sua escolha.

 

 

Solidariedade na crise

A solidariedade deve começar à sua volta. Em tempos de crise, há pequenos gestos que podem fazer a diferença:

 

1. Preste atenção

Olhe à sua volta - para os seus familiares, vizinhos ou amigos - e preste atenção a quem possa estar a passar por dificuldades emocionais ou financeiras. Fale com essas pessoas e descubra como pode ajudá-las a ultrapassar um mau momento.

 

2. Seja empático

Um dos maiores exercícios de solidariedade é a empatia. Para exercitá-la, mostre-se disponível para ouvir e compreender, mantenha a calma, faça perguntas e respeite as respostas, evitando tirar conclusões precipitadas. Procure confortar, ajudar e apoiar, em vez de questionar e confrontar.

 

3. Disponibilize o seu tempo

Se perceber que um vizinho, familiar ou amigo está com dificuldades, disponibilize-se para ajudar como puder. Voluntarie-se para cozinhar uma refeição, fazer companhia, arrumar-lhe a casa ou comprar um cabaz simples de alimentação.

 

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

Achou este artigo útil?

Queremos continuar a trazer-lhe artigos úteis.

Obrigado pela sua opinião!

A sua ajuda é importante.

Salto Santander

Obrigado pela sua opinião!

Informação de tratamento de dados

O Banco Santander Totta, S.A. é o responsável pelo tratamento dos dados pessoais recolhidos.

O Banco pode ser contactado na Rua da Mesquita, 6, Centro Totta, 1070-238 Lisboa.

O Encarregado de Proteção de Dados do Banco poderá ser contactado na referida morada e através do seguinte endereço de correio eletrónico: privacidade@santander.pt.

Os dados pessoais recolhidos neste fluxo destinam-se a ser tratados para a finalidade envio de comunicações comerciais e/ou informativas pelo Santander.

O fundamento jurídico deste tratamento assenta no consentimento.

Os dados pessoais serão conservados durante 5 anos, ou por prazo mais alargado, se tal for exigido por lei ou regulamento ou se a conservação for necessária para acautelar o exercício de direitos, designadamente em sede de eventuais processos judiciais, sendo posteriormente eliminados.

Assiste, ao titular dos dados pessoais, os direitos previstos no Regulamento Geral de Proteção de Dados, nomeadamente o direito de solicitar ao Banco o acesso aos dados pessoais transmitidos e que lhe digam respeito, à sua retificação e, nos casos em que a lei o permita, o direito de se opor ao tratamento, à limitação do tratamento e ao seu apagamento, direitos estes que podem ser exercidos junto do responsável pelo tratamento para os contactos indicados em cima. O titular dos dados goza ainda do direito de retirar o consentimento prestado, sem que tal comprometa a licitude dos tratamentos efetuados até então.

Ao titular dos dados assiste ainda o direito de apresentar reclamações relacionadas com o incumprimento destas obrigações à Comissão Nacional da Proteção de Dados, por correio postal, para a morada Av. D. Carlos I, 134 - 1.º, 1200-651 Lisboa, ou, por correio eletrónico, para geral@cnpd.pt (mais informações em https://www.cnpd.pt/).

Para mais informação pode consultar a nossa política de privacidade (https://www.santander.pt/politica-privacidade).