Gerir finanças pessoais: saiba como

finanças

Aprenda a gerir o seu dinheiro e a poupar todos os meses

16 dez 2021 | 4 min de leitura

Dicas que o vão ajudar a gerir melhor as suas finanças pessoais, a poupar mais e a tirar melhor partido dos seus rendimentos.

Aprender a gerir o nosso dinheiro é tão importante como aprender a ler, escrever ou contar. Mas é algo que não nos ensinam na escola.

 

Organizar as finanças pessoais não é fácil para todas as pessoas, mas é fundamental para garantir um equilíbrio entre o que ganha, o que gasta e o que consegue poupar.

 

Fazer um orçamento familiar, por exemplo, ajuda-o a gerir melhor as suas finanças e pode ser muito útil para saber onde e como gasta o seu dinheiro e que despesas pode reduzir ou eliminar.

 

Saiba como pode cuidar melhor das suas finanças pessoais e que vantagens lhe pode trazer uma gestão financeira mais consciente.

 

Conheça bem os seus rendimentos e despesas

Esta é uma regra de ouro para garantir a saúde das suas finanças pessoais. Quanto mais informado estiver, mais controlo terá: aplica-se a tudo na vida, incluindo o seu dinheiro.

 

Saiba quanto ganha e o que tem de pagar todos os meses. Para se organizar, comece por fazer uma lista das suas despesas fixas, como:

 

  • Renda ou prestação da casa
  • Alimentação (faça uma estimativa do que gasta em supermercado, por mês)
  • Contas de água, luz e gás
  • Contas de internet, telefone ou telemóvel
  • Transportes e deslocações, como combustível, portagens, custos de manutenção, impostos ou passes de transportes públicos
  • Prestação do carro
  • Educação, como mensalidade da escola ou creche dos seus filhos, propinas ou material escolar
  • Seguros, como o de saúde, do carro, da casa ou de responsabilidade civil (dos seus filhos ou dos seus animais)
  • Saúde e bem-estar, como exames ou consultas regulares obrigatórias e mensalidade do ginásio.

 

Registe também as despesas variáveis, geralmente não essenciais. São mais difíceis de prever, mas pode fazer uma estimativa dos gastos tendo em conta atividades como:

 

  • Almoços e jantares fora de casa
  • Concertos, teatro e atividades culturais
  • Cabeleireiros e serviços de estética
  • Compras
  • Viagens.


Poupe primeiro, gaste depois

Tome nota: poupar antes de gastar. Defina um valor e crie uma rotina de poupança consistente. Como? Todos os meses, depois de receber o seu salário, ponha de parte o valor que definiu, antes de pagar as despesas.

 

Se tornar esta tarefa automática, garante que nunca se esquece. Aderir a um plano de poupança com entregas programadas pode ser uma boa ideia.

 

Uma poupança consistente vai ajudá-lo a criar um fundo de emergência, para lidar com imprevistos de forma mais tranquila. Avarias, reparações urgentes, multas inesperadas ou desemprego serão motivo de menos preocupação se tiver uma almofada financeira.

 

Registe tudo o que ganha e o que gasta

Manter um registo atualizado das entradas e saídas de dinheiro é um hábito simples mas importante. Vai ajudá-lo a perceber como gasta o seu dinheiro, todos os meses, e dar-lhe uma visão global da sua situação financeira.

 

E se acha que esta tarefa lhe vai tomar muito tempo, reconsidere: já há várias aplicações gratuitas que o ajudam a gerir as suas finanças pessoais e a manter-se a par dos seus ganhos e gastos de forma rápida e prática.

 

Não acumule dívidas

Uma das maiores ameaças ao equilíbrio das suas finanças. Para a evitar, avalie bem as suas necessidades, mantenha o foco no essencial e dê prioridade a pagar o que deve para não acumular dívidas.

 

Antes de pedir um empréstimo, garanta que se organizou e que é a altura ideal para o fazer. Saiba como calcular a taxa de esforço de um crédito, crie um plano que o ajude a manter a sua estabilidade financeira e que minimize o impacto no seu orçamento.

 

Pagar as prestações dentro dos prazos é essencial para não acumular dívidas e custos extra desnecessários.

 

Encare o dinheiro como um meio, não como um fim

Uma boa gestão financeira também é entender como quer usar o seu dinheiro. É verdade que o dinheiro não compra felicidade, mas ajuda-o a atingir alguns objetivos para melhorar a sua qualidade de vida.

 

Se já tem poupanças, pense no que quer fazer: quer investir parte do dinheiro num projeto pessoal? Dar entrada para a casa dos seus sonhos? Conhecer as soluções de investimento ao seu dispor para otimizar o que já conseguiu poupar?

 

Lembre-se que o dinheiro é um meio para o aproximar dos seus objetivos, daquilo que quer para a sua vida, e não um fim.

 

Analise a sua situação financeira regularmente

A gestão das suas finanças pessoais é um projeto e um compromisso a longo prazo. Faça pontos de situação regulares ao longo do ano, compare diferentes momentos e mantenha-se sempre atualizado sobre a sua situação financeira.

 

Para além de se manter a par dos gastos e ganhos, pode avaliar o progresso que já fez para atingir os seus objetivos e perceber se precisa de ajustar o seu orçamento ou os seus planos para o futuro.

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

Aprender a gerir o nosso dinheiro é tão importante como aprender a ler, escrever ou contar. Mas é algo que não nos ensinam na escola.

 

Organizar as finanças pessoais não é fácil para todas as pessoas, mas é fundamental para garantir um equilíbrio entre o que ganha, o que gasta e o que consegue poupar.

 

Fazer um orçamento familiar, por exemplo, ajuda-o a gerir melhor as suas finanças e pode ser muito útil para saber onde e como gasta o seu dinheiro e que despesas pode reduzir ou eliminar.

 

Saiba como pode cuidar melhor das suas finanças pessoais e que vantagens lhe pode trazer uma gestão financeira mais consciente.

 

Conheça bem os seus rendimentos e despesas

Esta é uma regra de ouro para garantir a saúde das suas finanças pessoais. Quanto mais informado estiver, mais controlo terá: aplica-se a tudo na vida, incluindo o seu dinheiro.

 

Saiba quanto ganha e o que tem de pagar todos os meses. Para se organizar, comece por fazer uma lista das suas despesas fixas, como:

 

  • Renda ou prestação da casa
  • Alimentação (faça uma estimativa do que gasta em supermercado, por mês)
  • Contas de água, luz e gás
  • Contas de internet, telefone ou telemóvel
  • Transportes e deslocações, como combustível, portagens, custos de manutenção, impostos ou passes de transportes públicos
  • Prestação do carro
  • Educação, como mensalidade da escola ou creche dos seus filhos, propinas ou material escolar
  • Seguros, como o de saúde, do carro, da casa ou de responsabilidade civil (dos seus filhos ou dos seus animais)
  • Saúde e bem-estar, como exames ou consultas regulares obrigatórias e mensalidade do ginásio.

 

Registe também as despesas variáveis, geralmente não essenciais. São mais difíceis de prever, mas pode fazer uma estimativa dos gastos tendo em conta atividades como:

 

  • Almoços e jantares fora de casa
  • Concertos, teatro e atividades culturais
  • Cabeleireiros e serviços de estética
  • Compras
  • Viagens.


Poupe primeiro, gaste depois

Tome nota: poupar antes de gastar. Defina um valor e crie uma rotina de poupança consistente. Como? Todos os meses, depois de receber o seu salário, ponha de parte o valor que definiu, antes de pagar as despesas.

 

Se tornar esta tarefa automática, garante que nunca se esquece. Aderir a um plano de poupança com entregas programadas pode ser uma boa ideia.

 

Uma poupança consistente vai ajudá-lo a criar um fundo de emergência, para lidar com imprevistos de forma mais tranquila. Avarias, reparações urgentes, multas inesperadas ou desemprego serão motivo de menos preocupação se tiver uma almofada financeira.

 

Registe tudo o que ganha e o que gasta

Manter um registo atualizado das entradas e saídas de dinheiro é um hábito simples mas importante. Vai ajudá-lo a perceber como gasta o seu dinheiro, todos os meses, e dar-lhe uma visão global da sua situação financeira.

 

E se acha que esta tarefa lhe vai tomar muito tempo, reconsidere: já há várias aplicações gratuitas que o ajudam a gerir as suas finanças pessoais e a manter-se a par dos seus ganhos e gastos de forma rápida e prática.

 

Não acumule dívidas

Uma das maiores ameaças ao equilíbrio das suas finanças. Para a evitar, avalie bem as suas necessidades, mantenha o foco no essencial e dê prioridade a pagar o que deve para não acumular dívidas.

 

Antes de pedir um empréstimo, garanta que se organizou e que é a altura ideal para o fazer. Saiba como calcular a taxa de esforço de um crédito, crie um plano que o ajude a manter a sua estabilidade financeira e que minimize o impacto no seu orçamento.

 

Pagar as prestações dentro dos prazos é essencial para não acumular dívidas e custos extra desnecessários.

 

Encare o dinheiro como um meio, não como um fim

Uma boa gestão financeira também é entender como quer usar o seu dinheiro. É verdade que o dinheiro não compra felicidade, mas ajuda-o a atingir alguns objetivos para melhorar a sua qualidade de vida.

 

Se já tem poupanças, pense no que quer fazer: quer investir parte do dinheiro num projeto pessoal? Dar entrada para a casa dos seus sonhos? Conhecer as soluções de investimento ao seu dispor para otimizar o que já conseguiu poupar?

 

Lembre-se que o dinheiro é um meio para o aproximar dos seus objetivos, daquilo que quer para a sua vida, e não um fim.

 

Analise a sua situação financeira regularmente

A gestão das suas finanças pessoais é um projeto e um compromisso a longo prazo. Faça pontos de situação regulares ao longo do ano, compare diferentes momentos e mantenha-se sempre atualizado sobre a sua situação financeira.

 

Para além de se manter a par dos gastos e ganhos, pode avaliar o progresso que já fez para atingir os seus objetivos e perceber se precisa de ajustar o seu orçamento ou os seus planos para o futuro.

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

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