PPR como conta poupança: projetos a longo prazo

finanças

PPRs: Será que podem servir para outros objetivos?

02 nov 2021 | 2 min de leitura

A conta poupança PPR é, também, para além de um plano de poupança para a reforma, uma maneira de realizar objetivos a longo prazo e obter segurança financeira.

Com grande probabilidade já ouviu falar dos Planos Poupança Reforma ou PPR como são mais conhecidos. Mas será que estas aplicações servem apenas para a reforma? Ou será que podem servir para outros objetivos a longo prazo?

 

Porque foram criados os PPR?

Os Planos Poupança Reforma foram criados para fomentar a poupança para a reforma. Em troca da imobilização do capital investido é conferido um conjunto de benefícios fiscais (tanto na entrega como na tributação das mais-valias). O objetivo é promover o aforro das famílias e potenciar a poupança para a reforma.

 

No entanto, não há nada nestas aplicações financeiras que obrigue a que o PPR seja utilizado apenas para a reforma. Aliás, as fiscalidades destas aplicações tornam-nas importantes ferramentas para alcançar a segurança financeira e concretizar objetivos a médio e longo prazo.

 

Alcançar a segurança financeira com uma conta poupança PPR

Deter uma poupança é essencial para garantir a segurança financeira da sua família. Ao subscrever e reforçar uma conta poupança PPR estará a criar hábitos de aforro e a acumular património para o futuro. Acontecendo ou não imprevistos, saberá no dia-a-dia que está protegido, o que irá conferir uma grande paz de espírito.

 

Realizar objetivos a médio e longo prazo

Como referido anteriormente, as contas poupança PPR têm uma fiscalidade que as torna importantes produtos de poupança para o longo prazo. De facto, a taxa de imposto sobre as mais-valias é bastante inferior à taxa de imposto dos restantes produtos. Logo, poderá pensar na conta poupança PPR para:

 

  1. Pagar a faculdade dos seus filhos, podendo desde a sua infância definir um programa de entregas programadas
  2. Pagar o casamento da sua filha
  3. Juntar capital para dar uma boa entrada na sua casa nova
  4. Montar um negócio para caminhar em direção à sua independência financeira.


O que acontece em caso de resgate antecipado do PPR?

Se subscreveu uma conta poupança PPR para concretizar algum daqueles (ou outros) objetivos de médio/longo prazo, deverá ter em conta eventuais penalizações em caso de resgate antecipado. Neste caso, a sugestão passa por não colocar o valor das entregas mensais na sua declaração de IRS. Caso contrário, terá de devolver o valor do benefício fiscal, acrescido de uma penalização por cada ano.

 

Qual a tributação sobre as mais-valias nos PPR?

Quando aplicamos o dinheiro em depósitos a prazo ou fundos de investimento teremos de suportar uma taxa liberatória de 28% sobre as mais-valias. Ou seja, por cada 100€ de mais-valia teremos de entregar €28 ao Estado. Por outro lado, se investimos através de PPR, para os mesmos 100€ de mais-valia teremos de entregar 8€ (no caso de levantamentos dentro das condições legais) ou, nas outras condições:

Tempo decorrido Continente e Madeira Açores
até 5 anos 21,5% 17,20%
até 8 anos 17,20% 13,76%
após 8 anos 8,60% 6,88%


Conclusão

Os PPR podem ser importantes aplicações financeiras quer pensemos na poupança para a reforma ou para outras finalidades, pois poderá mobilizar o capital sempre que o desejar. Dito isto, a sua vantagem fiscal é potenciada quanto maior for o prazo do investimento. Se quiser conhecer algumas alternativas de PPR, sugerimos que consulte a nossa oferta.

 

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

Com grande probabilidade já ouviu falar dos Planos Poupança Reforma ou PPR como são mais conhecidos. Mas será que estas aplicações servem apenas para a reforma? Ou será que podem servir para outros objetivos a longo prazo?

 

Porque foram criados os PPR?

Os Planos Poupança Reforma foram criados para fomentar a poupança para a reforma. Em troca da imobilização do capital investido é conferido um conjunto de benefícios fiscais (tanto na entrega como na tributação das mais-valias). O objetivo é promover o aforro das famílias e potenciar a poupança para a reforma.

 

No entanto, não há nada nestas aplicações financeiras que obrigue a que o PPR seja utilizado apenas para a reforma. Aliás, as fiscalidades destas aplicações tornam-nas importantes ferramentas para alcançar a segurança financeira e concretizar objetivos a médio e longo prazo.

 

Alcançar a segurança financeira com uma conta poupança PPR

Deter uma poupança é essencial para garantir a segurança financeira da sua família. Ao subscrever e reforçar uma conta poupança PPR estará a criar hábitos de aforro e a acumular património para o futuro. Acontecendo ou não imprevistos, saberá no dia-a-dia que está protegido, o que irá conferir uma grande paz de espírito.

 

Realizar objetivos a médio e longo prazo

Como referido anteriormente, as contas poupança PPR têm uma fiscalidade que as torna importantes produtos de poupança para o longo prazo. De facto, a taxa de imposto sobre as mais-valias é bastante inferior à taxa de imposto dos restantes produtos. Logo, poderá pensar na conta poupança PPR para:

 

  1. Pagar a faculdade dos seus filhos, podendo desde a sua infância definir um programa de entregas programadas
  2. Pagar o casamento da sua filha
  3. Juntar capital para dar uma boa entrada na sua casa nova
  4. Montar um negócio para caminhar em direção à sua independência financeira.


O que acontece em caso de resgate antecipado do PPR?

Se subscreveu uma conta poupança PPR para concretizar algum daqueles (ou outros) objetivos de médio/longo prazo, deverá ter em conta eventuais penalizações em caso de resgate antecipado. Neste caso, a sugestão passa por não colocar o valor das entregas mensais na sua declaração de IRS. Caso contrário, terá de devolver o valor do benefício fiscal, acrescido de uma penalização por cada ano.

 

Qual a tributação sobre as mais-valias nos PPR?

Quando aplicamos o dinheiro em depósitos a prazo ou fundos de investimento teremos de suportar uma taxa liberatória de 28% sobre as mais-valias. Ou seja, por cada 100€ de mais-valia teremos de entregar €28 ao Estado. Por outro lado, se investimos através de PPR, para os mesmos 100€ de mais-valia teremos de entregar 8€ (no caso de levantamentos dentro das condições legais) ou, nas outras condições:

Tempo decorrido Continente e Madeira Açores
até 5 anos 21,5% 17,20%
até 8 anos 17,20% 13,76%
após 8 anos 8,60% 6,88%


Conclusão

Os PPR podem ser importantes aplicações financeiras quer pensemos na poupança para a reforma ou para outras finalidades, pois poderá mobilizar o capital sempre que o desejar. Dito isto, a sua vantagem fiscal é potenciada quanto maior for o prazo do investimento. Se quiser conhecer algumas alternativas de PPR, sugerimos que consulte a nossa oferta.

 

 

 

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