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Estilo de vida minimalista? Sim, é possível!

23 dez 2022 | 3 min de leitura

Menos é mais. O estilo de vida minimalista começa assim. Viver com o essencial e praticar o desapego do supérfluo. O objetivo não é ser alguém que pretende alcançar o consumo zero, mas sim viver e ter foco apenas no essencial e necessário.

Estilo de vida minimalista

Considera-se um minimalista ou, pelo contrário, acha mesmo difícil praticar um estilo de vida minimalista? Fique a conhecer algumas boas práticas que podem conduzir a que comece a ter uma vida baseada no essencial.

 

 

Como ser minimalista? Comece por mudar pequenos hábitos

O desapego pratica-se e as rotinas de compras e hábitos também. Considere começar aos poucos a alterar pequenos hábitos de consumo e rotinas diárias.

 

Se alterar todos os seus hábitos de uma vez poderá sentir que alcançar um estilo de vida minimalista é um exercício difícil e, por vezes, frustrante.

 

Comece, por exemplo, pelo seu guarda-roupa e pratique alguns exercícios para diminuir a quantidade de roupa que possui. Assim pode ser minimalista nas roupas e ter um ponto de partida interessante. Mantenha apenas as que utiliza com maior regularidade. Pode seguir alguns exemplos de Marie Kondo, que além de especialista em organização e arrumação, lhe poderá dar várias dicas sobre ter apenas o essencial.

 

Um dos passos essenciais é não comprar por impulso. Questionar-se sobre o quanto necessita daquele objeto — seja ele uma peça de roupa ou um acessório de cozinha. Tomar decisões pensadas e ponderadas é o caminho para, aos poucos, repensar e mudar a sua vida.

 

Quero ser minimalista, mas o que faço às minhas coisas?

A mudança começa na forma de pensar e só depois passamos aos atos que efetivam essa mudança. Pode usar a utilidade como critério de escolha. Como? Ao olhar para um objeto procure responder rapidamente às questões: para que serve? Há quanto tempo o utilizo ou não utilizo? Se não obtiver respostas imediatas e que demonstrem a utilidade efetiva do objeto é provável que não seja essencial na sua vida.

 

Depois de alterar rotinas e hábitos, e praticar o desapego das coisas, terá uma nova missão: definir o que fazer com os objetos que já não quer. Sugerimos 3 hipóteses:

 

1. Doar. É uma forma de ajudar quem precisa e de minimizar os objetos que ainda estando em perfeitas condições iriam para o lixo. Doar é ajudar o próximo, mas também diminuir os danos que o consumo excessivo tem causado ao ambiente.

 

2. Reciclar. Pode sempre reciclar esses objetos e dar-lhes uma nova vida e um novo uso. Se tem jeito para costurar e roupa da qual se pretende desfazer porque não fazer novas peças para usar ou oferecer?

 

3. Vender. Pode vender os seus objetos em feiras de artigos em 2ª mão ou online. E se utilizar o valor para ajudar alguma associação ou criar uma conta poupança para um objetivo sustentável?

 

 

Quando menos é mais: as vantagens da vida minimalista

As vantagens ao optar por um estilo de vida minimalista são várias, tanto para si como para os que o rodeiam.

 

Ao reduzir o número de objetos que tem em casa, o ambiente ao seu redor ficará mais livre e desafogado. Essa organização do espaço alivia o stress, faz com que não gaste tanto tempo em limpezas e possa usufruir desse tempo de forma mais produtiva. Entenda que descansar é também uma forma válida de utilizar o tempo e dormir é essencial para estarmos em equilíbrio.

 

Ao reduzir os seus hábitos de compras irá também perceber que a frustração está muitas vezes interligada ao consumismo exacerbado. Procure focar-se em aspetos positivos e controle as compras por impulso. O minimalismo ajuda a reduzir os seus níveis de stress e por conseguinte a frustração. Aproveite para saber um pouco mais sobre o stress.

 

O ambiente agradece quando aderimos a um estilo de vida que prima pelo essencial e necessário. Reduzimos a nossa pegada ecológica e adotamos comportamentos mais sustentáveis.

 

Acima de tudo isto está a efetiva gestão de tempo sem distrações e feita de forma equilibrada, sem stress acumulado e sem ter hábitos de consumo desmedidos.

 

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

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