O que é necessário para pedir crédito pessoal?

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Vai pedir crédito pessoal? Conheça seis fatores a considerar

10 mar 2022 | 6 min de leitura

Quanto custa um empréstimo no total? Será que consegue pagá-lo sem problemas? Há muitos fatores a analisar antes de pedir um crédito pessoal. Conheça-os.

Está a pensar fazer uma viagem, trocar a mobília da sala ou fazer um curso, mas não tem dinheiro disponível? Pedir crédito pessoal pode ajudá-lo a concretizar os seus objetivos, mas antes de avançar saiba o que preciso para iniciar o pedido e que fatores deve analisar. Principalmente se será capaz de cumprir o compromisso que assumiu com o banco.

 

O que é preciso para pedir crédito pessoal?

Para iniciar o pedido de crédito pessoal e garantir que reúne as condições necessárias para que seja aprovado, é necessário cumprir alguns requisitos. Por exemplo:

 

  • Ter o nome limpo no Banco de Portugal

 

  • Saldo bancário positivo

 

  • Situação profissional estável

 

  • Taxa de esforço adequada aos rendimentos

 

Se estes parâmetros estiverem assegurados, está pronto para seguir para o próximo passo.

 

Onde obter crédito pessoal?

Há muitas instituições onde pode pedir crédito pessoal e pode fazê-lo diretamente ao balcão ou online. Para ter uma ideia mais concreta dos custos e requisitos necessários, utilize o simulador de crédito pessoal do Santander e escolha a melhor solução de crédito pessoal para os seus projetos.

 

Qual o crédito pessoal adequado ao meu caso?

Há vários tipos de crédito que pode pedir e, consoante a situação, pode beneficiar de condições específicas.

 

Por exemplo, pode optar por um crédito pessoal sem finalidade específica. Porém, se o seu objetivo é estudar, pagar despesas de saúde ou comprar equipamentos para produzir energias renováveis, pode pedir, no Santander, um crédito pessoal específico para estas finalidades, beneficiando de taxas de juro competitivas.

 

Seguro de crédito pessoal é obrigatório?

Não é obrigatório, mas pode ser relevante. Já pensou como pode ser útil se estiver numa situação em que deixa de conseguir pagar o empréstimo?

 

6 fatores a analisar antes de pedir crédito pessoal

Apesar de ser comum em Portugal fazer este tipo de empréstimo, a sua decisão deve ser informada e enquadrada no orçamento familiar. Conheça seis cuidados que deve ter em conta.

 

1. Faz sentido pedir crédito pessoal?

Um crédito pessoal é um compromisso financeiro sério, que requer reflexão antes de contratar. Será que precisa mesmo do que vai comprar? Se a razão não for suficientemente relevante ou se já tem outras despesas elevadas, pondere adiar a compra ou o crédito pessoal.

 

Isto é especialmente válido se pretende pedir um crédito pessoal para pagar outro crédito. É preferível consultar o banco e, em conjunto, encontrarem uma solução para o problema, como a reestruturação do crédito.

 

2. Qual a minha taxa de esforço?

Se vai pedir um crédito pessoal mas já tem outros empréstimos em carteira, faça bem as contas à sua taxa de esforço. Aliás, este é um dos parâmetros que o banco irá utilizar para avaliar se tem, ou não, capacidade para pagar o crédito.

 

Mas o que é a taxa de esforço? É o peso de todas as prestações de crédito, bem como das despesas familiares recorrentes, no rendimento mensal de uma família. Por regra, é de evitar que esta percentagem seja superior a 30%. Saiba como se calcula a taxa de esforço.

 

3. Quanto vai custar o crédito?

O custo total do crédito depende de vários fatores, como o montante, prazo, a taxa de juro e os custos associados, como as comissões e outros encargos. Mas estes custos não são fixos e variam de banco para banco.

 

Para comparar diferentes propostas, use duas medidas:

 

  • TAEG (Taxa Anual Efetiva Global). Mede o custo do empréstimo, por ano, em percentagem do montante emprestado

 

  • MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor). É o valor total que terá de pagar e resulta da soma do montante total do empréstimo com os custos do crédito (juros, comissões, impostos e outros encargos).

 

A forma mais simples de comparar os custos de diferentes empréstimos é através da FIN (Ficha de Informação Normalizada), que é fornecida ao fazer uma simulação de crédito. Ao analisar a FIN, preste atenção à TAEG e ao MTIC para perceber qual a melhor proposta para o seu bolso.

 

4. Será que me vão dar o crédito?

Pedir um crédito pessoal não significa que o vai receber. Há muitos fatores que os bancos analisam antes de conceder um empréstimo, como por exemplo a sua situação atual, bem como as circunstâncias que, no futuro, poderão afetar a sua capacidade para cumprir o contrato. As instituições financeiras avaliam também o seu contrato de trabalho ou o rendimento após a idade da reforma.

 

Outros fatores que podem influenciar a atribuição de crédito são a idade, o património e a relação com a instituição de crédito.

 

Por este motivo, durante o processo, o banco pode pedir-lhe alguns documentos. Estes podem variar consoante a instituição, mas, de uma forma geral, são os seguintes:

 

  • Cartão de cidadão ou comprovativo de morada (documentos de identificação), se não for cliente do banco.

 

  • Últimos recibos de vencimento, caso não tenha o ordenado domiciliado no banco, ou a última declaração de IRS e a nota de liquidação.

 

 

  • Comprovativo de IBAN (International Bank Account Manager), caso não tenha conta aberta no banco em causa.

 

  • Contrato de trabalho ou declaração de vínculo laboral.

 

Os bancos recorrem ao Mapa de Responsabilidades de Crédito. Este mapa contém toda a informação sobre o tipo de créditos que contraiu, prazo e montante da dívida.

 

5. Este crédito pessoal parece demasiado bom. Será verdade?

Se for impactado por um anúncio de empréstimo demasiado bom para ser verdade, mantenha-se atento. Pode ser uma tentativa de fraude. Para não ser enganado, certifique-se sempre que está a falar com uma entidade autorizada pelo Banco de Portugal e, em caso de dúvida, contacte esta instituição, enviando um e-mail para info@bportugal.pt.

 

6. Que outras opções, além do crédito, tenho?

Pedir um crédito pessoal parece-lhe a única opção viável? Os cuidados referidos até agora dão-lhe confiança para prosseguir? Ainda assim, antes da decisão final, considere estas duas alternativas.

 

Se precisa do dinheiro já:

 

Recorra a dinheiro de poupanças. Para se proteger, já que recuperar este valor pode ser difícil, crie um novo plano de poupanças.

 

Se a situação é menos urgente:

 

Recorra ao subsídio de férias ou natal ou junte dinheiro. Não é uma solução imediata, mas pode ser uma decisão mais refletida.

 

Se o crédito pessoal é a melhor opção, peça-o no balcão do Santander. Se já for cliente, faça o pedido online.

 

Como ser um candidato perfeito aos olhos da banca

  • Explique o seu caso e motivações de forma clara e objetiva

 

  • Peça um empréstimo que consegue suportar

 

  • Exponha uma situação profissional e financeira estável. Aqui entra o conceito de taxa de esforço, que avalia a sua capacidade de pagar as mensalidades

 

  • Tenha um passado de bom comportamento financeiro e cumprimento das responsabilidades de crédito

 

  • Apresente garantias, como, por exemplo, fiadores.


 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

Está a pensar fazer uma viagem, trocar a mobília da sala ou fazer um curso, mas não tem dinheiro disponível? Pedir crédito pessoal pode ajudá-lo a concretizar os seus objetivos, mas antes de avançar saiba o que preciso para iniciar o pedido e que fatores deve analisar. Principalmente se será capaz de cumprir o compromisso que assumiu com o banco.

 

O que é preciso para pedir crédito pessoal?

Para iniciar o pedido de crédito pessoal e garantir que reúne as condições necessárias para que seja aprovado, é necessário cumprir alguns requisitos. Por exemplo:

 

  • Ter o nome limpo no Banco de Portugal

 

  • Saldo bancário positivo

 

  • Situação profissional estável

 

  • Taxa de esforço adequada aos rendimentos

 

Se estes parâmetros estiverem assegurados, está pronto para seguir para o próximo passo.

 

Onde obter crédito pessoal?

Há muitas instituições onde pode pedir crédito pessoal e pode fazê-lo diretamente ao balcão ou online. Para ter uma ideia mais concreta dos custos e requisitos necessários, utilize o simulador de crédito pessoal do Santander e escolha a melhor solução de crédito pessoal para os seus projetos.

 

Qual o crédito pessoal adequado ao meu caso?

Há vários tipos de crédito que pode pedir e, consoante a situação, pode beneficiar de condições específicas.

 

Por exemplo, pode optar por um crédito pessoal sem finalidade específica. Porém, se o seu objetivo é estudar, pagar despesas de saúde ou comprar equipamentos para produzir energias renováveis, pode pedir, no Santander, um crédito pessoal específico para estas finalidades, beneficiando de taxas de juro competitivas.

 

Seguro de crédito pessoal é obrigatório?

Não é obrigatório, mas pode ser relevante. Já pensou como pode ser útil se estiver numa situação em que deixa de conseguir pagar o empréstimo?

 

6 fatores a analisar antes de pedir crédito pessoal

Apesar de ser comum em Portugal fazer este tipo de empréstimo, a sua decisão deve ser informada e enquadrada no orçamento familiar. Conheça seis cuidados que deve ter em conta.

 

1. Faz sentido pedir crédito pessoal?

Um crédito pessoal é um compromisso financeiro sério, que requer reflexão antes de contratar. Será que precisa mesmo do que vai comprar? Se a razão não for suficientemente relevante ou se já tem outras despesas elevadas, pondere adiar a compra ou o crédito pessoal.

 

Isto é especialmente válido se pretende pedir um crédito pessoal para pagar outro crédito. É preferível consultar o banco e, em conjunto, encontrarem uma solução para o problema, como a reestruturação do crédito.

 

2. Qual a minha taxa de esforço?

Se vai pedir um crédito pessoal mas já tem outros empréstimos em carteira, faça bem as contas à sua taxa de esforço. Aliás, este é um dos parâmetros que o banco irá utilizar para avaliar se tem, ou não, capacidade para pagar o crédito.

 

Mas o que é a taxa de esforço? É o peso de todas as prestações de crédito, bem como das despesas familiares recorrentes, no rendimento mensal de uma família. Por regra, é de evitar que esta percentagem seja superior a 30%. Saiba como se calcula a taxa de esforço.

 

3. Quanto vai custar o crédito?

O custo total do crédito depende de vários fatores, como o montante, prazo, a taxa de juro e os custos associados, como as comissões e outros encargos. Mas estes custos não são fixos e variam de banco para banco.

 

Para comparar diferentes propostas, use duas medidas:

 

  • TAEG (Taxa Anual Efetiva Global). Mede o custo do empréstimo, por ano, em percentagem do montante emprestado

 

  • MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor). É o valor total que terá de pagar e resulta da soma do montante total do empréstimo com os custos do crédito (juros, comissões, impostos e outros encargos).

 

A forma mais simples de comparar os custos de diferentes empréstimos é através da FIN (Ficha de Informação Normalizada), que é fornecida ao fazer uma simulação de crédito. Ao analisar a FIN, preste atenção à TAEG e ao MTIC para perceber qual a melhor proposta para o seu bolso.

 

4. Será que me vão dar o crédito?

Pedir um crédito pessoal não significa que o vai receber. Há muitos fatores que os bancos analisam antes de conceder um empréstimo, como por exemplo a sua situação atual, bem como as circunstâncias que, no futuro, poderão afetar a sua capacidade para cumprir o contrato. As instituições financeiras avaliam também o seu contrato de trabalho ou o rendimento após a idade da reforma.

 

Outros fatores que podem influenciar a atribuição de crédito são a idade, o património e a relação com a instituição de crédito.

 

Por este motivo, durante o processo, o banco pode pedir-lhe alguns documentos. Estes podem variar consoante a instituição, mas, de uma forma geral, são os seguintes:

 

  • Cartão de cidadão ou comprovativo de morada (documentos de identificação), se não for cliente do banco.

 

  • Últimos recibos de vencimento, caso não tenha o ordenado domiciliado no banco, ou a última declaração de IRS e a nota de liquidação.

 

 

  • Comprovativo de IBAN (International Bank Account Manager), caso não tenha conta aberta no banco em causa.

 

  • Contrato de trabalho ou declaração de vínculo laboral.

 

Os bancos recorrem ao Mapa de Responsabilidades de Crédito. Este mapa contém toda a informação sobre o tipo de créditos que contraiu, prazo e montante da dívida.

 

5. Este crédito pessoal parece demasiado bom. Será verdade?

Se for impactado por um anúncio de empréstimo demasiado bom para ser verdade, mantenha-se atento. Pode ser uma tentativa de fraude. Para não ser enganado, certifique-se sempre que está a falar com uma entidade autorizada pelo Banco de Portugal e, em caso de dúvida, contacte esta instituição, enviando um e-mail para info@bportugal.pt.

 

6. Que outras opções, além do crédito, tenho?

Pedir um crédito pessoal parece-lhe a única opção viável? Os cuidados referidos até agora dão-lhe confiança para prosseguir? Ainda assim, antes da decisão final, considere estas duas alternativas.

 

Se precisa do dinheiro já:

 

Recorra a dinheiro de poupanças. Para se proteger, já que recuperar este valor pode ser difícil, crie um novo plano de poupanças.

 

Se a situação é menos urgente:

 

Recorra ao subsídio de férias ou natal ou junte dinheiro. Não é uma solução imediata, mas pode ser uma decisão mais refletida.

 

Se o crédito pessoal é a melhor opção, peça-o no balcão do Santander. Se já for cliente, faça o pedido online.

 

Como ser um candidato perfeito aos olhos da banca

  • Explique o seu caso e motivações de forma clara e objetiva

 

  • Peça um empréstimo que consegue suportar

 

  • Exponha uma situação profissional e financeira estável. Aqui entra o conceito de taxa de esforço, que avalia a sua capacidade de pagar as mensalidades

 

  • Tenha um passado de bom comportamento financeiro e cumprimento das responsabilidades de crédito

 

  • Apresente garantias, como, por exemplo, fiadores.


 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

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