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Tudo o que as futuras mães precisam de saber sobre seguros de saúde para grávidas

21 jun 2021 | 6 min de leitura
Conheça as coberturas dos seguros de saúde para gravidez e parto e saiba que perguntas deve fazer antes de engravidar
seguro de saude para gravidas

Ter filhos é a decisão de uma vida. Mas o planeamento começa muito antes da gravidez. É que para usar um seguro de saúde com parto incluído, precisa de contratá-lo, pelo menos, com um ano de antecedência.

 

Se ter filhos está nos planos da sua família, saiba que os seguros de saúde podem acompanhá-la durante a gravidez, no parto e nos primeiros momentos de vida dos filhos.

 

Serão 9 meses cheios de consultas, testes, exames... Tudo para garantir que o seu bebé está bem até o ter nos braços.

 

 

Tem seguro de saúde? Está na hora de rever a apólice

Se já tem um seguro de saúde, a primeira coisa a fazer quando pensa em ter filhos é rever o que é que está incluído na sua apólice.

 

Procure aquele dossier de informação que as seguradoras costumam enviar para casa ou por e-mail. Nas coberturas, veja se encontra uma informação identificada como “parto”.

 

A hospitalização para parto está incluída no seu seguro? Se estiver, qual é o valor limite das despesas que o seguro prevê?

 

Confirme também qual é o limite de comparticipação de despesas para parto no caso de o fazer fora da rede de prestadores. Ou seja, se escolher um hospital para fazer o parto que não tem acordo com a seguradora, saiba o que pode ter de pagar.

 

E por falar em prestadores, procure a lista de todas as unidades de saúde que acompanham grávidas e a que pode recorrer com o seu seguro.

 

Se tiver dificuldade em perceber as letras pequeninas, contacte a seguradora e peça para explicarem com detalhe o que é que o seguro cobre.

 

Se as condições atuais do seguro não lhe interessarem, até pode acontecer que a seguradora lhe proponha uma atualização da apólice com vantagens no custo a pagar.

 

 

Não tem seguro de saúde? Saiba o que procurar

A primeira informação que deve procurar num seguro de saúde para grávidas é o período de carência das coberturas relacionadas com a gravidez.

 

Trocando por miúdos: quanto tempo tem de passar desde que faz o seguro até que pode usar as coberturas relacionadas com a gravidez?

 

Alguns seguros obrigam a esperar 360 ou 365 dias até usar a cobertura de hospitalização para parto, enquanto outros podem ir além dos 500 dias.

 

E quais são os limites para a cobertura de parto? Essa é uma das perguntas mais importantes a fazer à seguradora. Com acordo ou sem acordo, quanto pode ter de pagar ao ser hospitalizada para o parto?

 

Tenha atenção às condições: a cobertura para parto pode ter um limite próprio mas também pode estar incluída na cobertura para hospitalização. Nesse caso, o limite é único, quer seja internada para o parto ou para outras situações.

 

 

O que está incluído na cobertura para o parto?

De modo geral, os seguros de saúde cobrem o parto natural, por cesariana e interrupção involuntária da gravidez.

 

Em qualquer destes casos, os seguros costumam incluir o pagamento:

 

  • dos médicos das diferentes especialidades como obstetrícia e pediatria, anestesistas, ajudantes e outros que possam ser chamados
  • da sala de operações e dos medicamentos que forem dados
  • da diária da mãe e dos recém-nascidos, ou seja, o internamento.

 

 

Veja com detalhe se o seguro que vai fazer trata de tudo isto e pergunte qual é a política quanto a complicações durante o parto e a gestações de risco.

 

Pode ser útil saber se o hospital escolhido oferece quartos privados e se o seguro cobre essa opção.

 

Algumas seguradoras podem incluir outros serviços, como a preparação para o parto.

 

 

Acompanhamento durante a gravidez

Entre consultas com ginecologistas e obstetras, testes, análises e ecografias, estes 9 meses são repletos de atos médicos. Tudo para garantir a saúde do bebé e da mãe.

 

A primeira consulta obstétrica da gravidez deve acontecer por volta das 8 semanas e antes das 12. É uma consulta de avaliação, onde se faz o plano de acompanhamento da gravidez e definem os exames imediatos necessários.

 

No seu Guia para Grávidas, o Serviço Nacional de Saúde recomenda que sejam feitas, pelo menos, 6 consultas durante a gestação. O acompanhamento pode ser mais próximo se existirem fatores de risco:

 

  • se a mãe fumar, tiver diabetes ou outros problemas de saúde, como cardiovasculares e endócrinos
  • se a mãe tiver um histórico de abortos espontâneos repetidos
  • se a mãe tiver mais de 35 anos.

 

 

Estas consultas servem para acompanhar o desenvolvimento do bebé e a saúde materna. Podem ser pedidos exames como análises ao sangue e urina ou outros que os médicos julguem necessários.

 

As análises de sangue vão ser uma ferramenta importante de despiste durante a gravidez, por ajudarem a identificar o risco de trissomias, por exemplo.

 

Por volta das 12 semanas, faz-se a primeira ecografia, um exame que deve repetir-se a cada trimestre da gravidez.

 

Escolher a equipa médica que faz este acompanhamento é um dos momentos mais relevantes do início da gravidez. Por vezes, a escolha deve-se a fatores como a proximidade física, a experiência dos profissionais de saúde, o seu horário de trabalho e, claro, a confiança dos pais nos médicos.

 

Por isso, uma mais-valia do seguro que escolher é ter acesso a uma ampla rede de prestadores de cuidados de saúde. Ou seja, quanto mais médicos tiverem acordo com o seu seguro, mais hipóteses terá para escolher.

 

A que tem de prestar atenção quando tiver o seu plano de acompanhamento da gravidez?

 

As consultas, ecografias e análises pedidas pelos médicos podem estar incluídas nas coberturas do seguro de saúde. Mas tenha atenção, porque podem estar previstos na cobertura de ambulatório e convém conhecer os limites de despesas que a seguradora paga.

 

Tome nota: a cobertura de ambulatório abrange consultas de clínica geral e de especialidade, exames de diagnóstico e tratamentos. Também estão incluídas em ambulatório pequenas cirurgias sem internamento e o transporte em ambulância.

 

Informe-se sobre os preços das consultas e dos exames na gravidez, de quanto é comparticipado pela seguradora e do que pode ter de pagar por si.

 

 

E depois do parto?

O seu seguro de saúde não tem de se esgotar no momento do parto.

 

Aliás, é importante garantir que o seu bebé também está protegido, seja para as consultas de rotina, seja por precisar de cuidados de saúde excecionais.

 

Consulte a informação da sua seguradora.

 

Existem coberturas para incluir o recém-nascido no seguro de saúde da mãe, do pai ou da família. Se pensar em escolher essa opção, confirme que não existem períodos de carência para o bebé. E pergunte quanto tempo tem para o incluir na sua apólice (os primeiros 30 dias de vida, por exemplo).

 

Se algo correr menos bem ou se existirem malformações à nascença, é importante estar descansado quanto às despesas médicas.

 

Pergunte também à seguradora qual é a oferta para fazer a criopreservação de células estaminais, ou seja, a colheita e congelamento de células recolhidas a partir de sangue e de tecido do cordão umbilical para eventual tratamento de doenças graves no futuro.

 

Nas primeiras semanas pós-parto, onde são feitas algumas consultas de acompanhamento do bebé, veja se a seguradora tem algum serviço incluído. Em vez de se deslocar às consultas, talvez possa contar com a ida de médicos e enfermeiros a casa.

 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

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