Terminal de pagamento automático: como funciona

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Terminal de pagamento automático: como funciona e quais os custos para as empresas

07 jul 2022 | 5 min de leitura

Está à procura do terminal de pagamento automático mais adequado para o seu negócio? Explicamos, neste artigo, o que é, quais os custos e como escolher o melhor para o seu caso.

Os cartões de débito e cartões de crédito são o meio de pagamento preferido para realizar as compras no dia a dia. Por isso, se tem um negócio aberto ao público e não tem um terminal de pagamento automático, pode estar a perder clientes. Afinal, cada vez menos consumidores têm “dinheiro vivo” na carteira e se, por exemplo, encontram um restaurante que não disponibiliza pagamento com cartões, preferem ir a outro que disponha desse método de pagamento.

 

No entanto, ter um terminal de pagamento automático pode promover as vendas, mas também tem custos associados que devem ser contabilizados e tidos em consideração quando está a escolher a melhor solução para o seu negócio.

 

 

O que é um terminal de pagamento automático (TPA) e quais os benefícios para o seu negócio?

O TPA é um dispositivo que permite realizar pagamentos com cartão de débito ou crédito por via eletrónica, de forma simples, segura e rápida. Faz a leitura dos dados dos cartões para autorização da operação e recolhe os elementos da transação para processamento. Permite, ainda, a autenticação eletrónica da operação e a emissão de talões sobre os dados de transação.

 

Utilizar o terminal multibanco no seu negócio tem várias vantagens:

 

  • Pagamentos cómodos e rápidos, o que é benéfico para a sua empresa e para os seus clientes

 

  • Garante que recebe o dinheiro imediatamente, evitando valores incobráveis

 

  • É mais seguro, minimizando a possibilidade de furtos (por ter menos dinheiro em caixa)

 

  • Promove as vendas, disponibilizando mais formas de pagamentos aos clientes.

 

 

Terminal de pagamento automático: como funciona?

Tudo se processa de forma bastante rápida:

 

1. O João vai à loja comprar uns sapatos e paga com o cartão de débito. Insere o cartão no TPA, marca o código secreto (ou apenas passar o cartão na máquina) e dá uma ordem de pagamento.

 

2. O adquirente (entidade que adquire o crédito dos comerciantes) pede autorização ao emissor do cartão para realizar a operação.

 

3. O emissor do cartão dá a autorização, que serve de garantia.

 

4. O adquirente paga ao comerciante e cobra-lhe uma comissão (taxa de serviço do comerciante).

 

5. O emissor do cartão reembolsa o adquirente do valor que avançou ao comerciante e, por isso, recebe uma comissão (taxa multilateral).

 

6. O emissor do cartão cobra ao João (titular do cartão) o valor da transação.

 

Apesar de parecer complexo, a transação decorre em poucos segundos e o dinheiro fica disponível, de modo imediato, na conta bancária da sua empresa.

 

 

Que tipos de TPA existem?

Do fixo ao portátil, existem vários tipos de terminais de pagamento que respondem às diferentes necessidades do seu negócio. De entre os vários tipos de TPA, destacam-se os seguintes:

 

TPA físico

É instalado no ponto de venda e pode ser:

 

  • Fixo assistido. É o mais comum e exige a intervenção do comerciante para a execução da operação.

 

  • Fixo não assistido. Dispositivo self-service que apenas requer a intervenção do titular do cartão. Além de cartão, também pode aceitar pagamentos em dinheiro.

 

  • Portátil. Tem ligação WiFi, permitindo realizar operações num determinado raio de alcance.

 

  • Móvel. TPA com ligação a dados móveis e que pode ser utilizado em qualquer lugar ou altura, desde que tenha cobertura de rede.

 

  • Contactless. Equipamento que permite a realização de pagamentos sem que o cliente tenha que digitar o código secreto, desde que o valor das compras não ultrapasse os 50 euros.

 

TPA Virtual

Destinado a negócios online, em que a ligação ao ponto de venda é realizada via internet.

 

 

Devo optar por um TPA móvel ou fixo?

Depende das características da sua empresa. Os TPA fixos são ideais para negócios que aceitem pagamentos por cartão apenas ao balcão, como por exemplo uma loja de roupa. Por estarem ligados à corrente, não terá de se preocupar com a durabilidade da bateria.

 

Já os TPA móveis proporcionam mobilidade, tanto dentro como fora do estabelecimento, possibilitando a aceitação de pagamentos em vários locais. É ideal para negócios da restauração, como cafés, esplanadas e restaurantes.

 

 

Quais os custos dos terminais de pagamento automático

Para saber qual a melhor solução para o seu negócio, deve conhecer os custos. Os valores variam de banco para banco, mas existem taxas e comissões semelhantes:

 

  • Custo de Instalação. Pago uma vez, quando o equipamento é instalado.

 

  • Mensalidade. Valor fixo mensal que engloba o aluguer e a assistência ao equipamento. Este valor varia consoante o dispositivo pertença ao cliente ou ao banco, se inclui os custos de comunicação e o pacote escolhido. Por exemplo, no caso do Santander a instalação e assistência é gratuita.

 

  • Taxa de Serviço. Comissão que o comerciante tem de pagar à entidade bancária por cada operação realizada no TPA. As taxas de serviço ao comerciante correspondem a uma percentagem do valor da transação ou a um valor fixo.

 

  • Custo de comunicações. Para processar as operações de transmissão ou receção de dados realizadas pelos equipamentos TPA, é necessário que exista uma linha de comunicação (por exemplo, wi-fi ou dados móveis). Pelo que, dependendo do tipo de comunicação contratada, poderá ter de pagar um valor fixo ou variável. Este montante pode estar associado à mensalidade que paga.

 

  • Custo com a desinstalação. Se desistir da utilização do TPA no seu estabelecimento, terá de pagar um valor de desinstalação do equipamento.

 

Se está à procura de uma solução de pagamentos para o seu negócio, mas gostava de poupar nas despesas, o Santander disponibiliza a solução POS, um serviço que permite a aceitação de pagamentos com cartão nas lojas tradicionais e online. Pode oferecer descontos na mensalidade e comissões, desde que esteja enquadrado na solução multiproduto Mundo 123 Negócios, com o POS Mundo 123 Negócios.

Os cartões de débito e cartões de crédito são o meio de pagamento preferido para realizar as compras no dia a dia. Por isso, se tem um negócio aberto ao público e não tem um terminal de pagamento automático, pode estar a perder clientes. Afinal, cada vez menos consumidores têm “dinheiro vivo” na carteira e se, por exemplo, encontram um restaurante que não disponibiliza pagamento com cartões, preferem ir a outro que disponha desse método de pagamento.

 

No entanto, ter um terminal de pagamento automático pode promover as vendas, mas também tem custos associados que devem ser contabilizados e tidos em consideração quando está a escolher a melhor solução para o seu negócio.

 

 

O que é um terminal de pagamento automático (TPA) e quais os benefícios para o seu negócio?

O TPA é um dispositivo que permite realizar pagamentos com cartão de débito ou crédito por via eletrónica, de forma simples, segura e rápida. Faz a leitura dos dados dos cartões para autorização da operação e recolhe os elementos da transação para processamento. Permite, ainda, a autenticação eletrónica da operação e a emissão de talões sobre os dados de transação.

 

Utilizar o terminal multibanco no seu negócio tem várias vantagens:

 

  • Pagamentos cómodos e rápidos, o que é benéfico para a sua empresa e para os seus clientes

 

  • Garante que recebe o dinheiro imediatamente, evitando valores incobráveis

 

  • É mais seguro, minimizando a possibilidade de furtos (por ter menos dinheiro em caixa)

 

  • Promove as vendas, disponibilizando mais formas de pagamentos aos clientes.

 

 

Terminal de pagamento automático: como funciona?

Tudo se processa de forma bastante rápida:

 

1. O João vai à loja comprar uns sapatos e paga com o cartão de débito. Insere o cartão no TPA, marca o código secreto (ou apenas passar o cartão na máquina) e dá uma ordem de pagamento.

 

2. O adquirente (entidade que adquire o crédito dos comerciantes) pede autorização ao emissor do cartão para realizar a operação.

 

3. O emissor do cartão dá a autorização, que serve de garantia.

 

4. O adquirente paga ao comerciante e cobra-lhe uma comissão (taxa de serviço do comerciante).

 

5. O emissor do cartão reembolsa o adquirente do valor que avançou ao comerciante e, por isso, recebe uma comissão (taxa multilateral).

 

6. O emissor do cartão cobra ao João (titular do cartão) o valor da transação.

 

Apesar de parecer complexo, a transação decorre em poucos segundos e o dinheiro fica disponível, de modo imediato, na conta bancária da sua empresa.

 

 

Que tipos de TPA existem?

Do fixo ao portátil, existem vários tipos de terminais de pagamento que respondem às diferentes necessidades do seu negócio. De entre os vários tipos de TPA, destacam-se os seguintes:

 

TPA físico

É instalado no ponto de venda e pode ser:

 

  • Fixo assistido. É o mais comum e exige a intervenção do comerciante para a execução da operação.

 

  • Fixo não assistido. Dispositivo self-service que apenas requer a intervenção do titular do cartão. Além de cartão, também pode aceitar pagamentos em dinheiro.

 

  • Portátil. Tem ligação WiFi, permitindo realizar operações num determinado raio de alcance.

 

  • Móvel. TPA com ligação a dados móveis e que pode ser utilizado em qualquer lugar ou altura, desde que tenha cobertura de rede.

 

  • Contactless. Equipamento que permite a realização de pagamentos sem que o cliente tenha que digitar o código secreto, desde que o valor das compras não ultrapasse os 50 euros.

 

TPA Virtual

Destinado a negócios online, em que a ligação ao ponto de venda é realizada via internet.

 

 

Devo optar por um TPA móvel ou fixo?

Depende das características da sua empresa. Os TPA fixos são ideais para negócios que aceitem pagamentos por cartão apenas ao balcão, como por exemplo uma loja de roupa. Por estarem ligados à corrente, não terá de se preocupar com a durabilidade da bateria.

 

Já os TPA móveis proporcionam mobilidade, tanto dentro como fora do estabelecimento, possibilitando a aceitação de pagamentos em vários locais. É ideal para negócios da restauração, como cafés, esplanadas e restaurantes.

 

 

Quais os custos dos terminais de pagamento automático

Para saber qual a melhor solução para o seu negócio, deve conhecer os custos. Os valores variam de banco para banco, mas existem taxas e comissões semelhantes:

 

  • Custo de Instalação. Pago uma vez, quando o equipamento é instalado.

 

  • Mensalidade. Valor fixo mensal que engloba o aluguer e a assistência ao equipamento. Este valor varia consoante o dispositivo pertença ao cliente ou ao banco, se inclui os custos de comunicação e o pacote escolhido. Por exemplo, no caso do Santander a instalação e assistência é gratuita.

 

  • Taxa de Serviço. Comissão que o comerciante tem de pagar à entidade bancária por cada operação realizada no TPA. As taxas de serviço ao comerciante correspondem a uma percentagem do valor da transação ou a um valor fixo.

 

  • Custo de comunicações. Para processar as operações de transmissão ou receção de dados realizadas pelos equipamentos TPA, é necessário que exista uma linha de comunicação (por exemplo, wi-fi ou dados móveis). Pelo que, dependendo do tipo de comunicação contratada, poderá ter de pagar um valor fixo ou variável. Este montante pode estar associado à mensalidade que paga.

 

  • Custo com a desinstalação. Se desistir da utilização do TPA no seu estabelecimento, terá de pagar um valor de desinstalação do equipamento.

 

Se está à procura de uma solução de pagamentos para o seu negócio, mas gostava de poupar nas despesas, o Santander disponibiliza a solução POS, um serviço que permite a aceitação de pagamentos com cartão nas lojas tradicionais e online. Pode oferecer descontos na mensalidade e comissões, desde que esteja enquadrado na solução multiproduto Mundo 123 Negócios, com o POS Mundo 123 Negócios.

 

 

 

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