Taxa de inflação em investimentos

finanças

Que estratégias utilizar para que o meu património não perca valor com a taxa de inflação?

09 fev 2022 | 4 min de leitura

No ano de 2022 prevê-se que a taxa de inflação vá acelerar e, por isso mesmo, todos os cuidados são poucos na hora de minimizar o impacto na sua carteira. 

Com alguma probabilidade já estará consciente das notícias em torno da subida da taxa de inflação. Poderá também ter algumas dúvidas sobre o impacto que a inflação tem na sua carteira e como pode evitar perder dinheiro. Neste artigo explicamos as estratégias a seguir.

 

A taxa de inflação e a subida dos preços

Contrariamente ao que se esperava há uns meses, cada vez se assume mais que a subida do nível geral dos preços (taxa de inflação) é algo que veio para ficar. Na prática, esta subida de preços implica que as famílias perdem poder de compra, na medida em que os 100 euros que têm no bolso não compram hoje o mesmo que compravam há uns meses atrás. Tudo está mais caro.

 

Perder poder de compra é o mesmo que dizer que ficamos mais pobres. Ou seja, a inflação acaba por ser uma “mão invisível” que tira poder de compra, pelo menos para aqueles que estão menos atentos.

 

Qual o impacto da taxa de inflação nas suas poupanças?

O impacto da inflação na poupança é o mesmo que falámos acima. Se temos 1 000 euros poupados para consumir no futuro, sabemos que iremos comprar menos do que estávamos à espera. Logo, temos de garantir que o retorno que temos na nossa carteira de investimento é superior à taxa de inflação. Este é o único fator que contraria o efeito corrosivo da inflação. Mas como fazer?

 

Atenção às taxas de juro e de retorno

Ao analisar uma aplicação financeira tenderá a olhar com alguma atenção para as taxas de retorno garantidas ou para as taxas de retorno que as aplicações tiveram nos últimos anos. Neste contexto, tenha em atenção que as taxas comunicadas são taxas que não têm em consideração o efeito da inflação. Se a taxa de inflação se situar na casa dos 3%, por exemplo, significa que qualquer aplicação com taxa de retorno abaixo de 3% implica que perderá poder de compra.

 

Ainda no que toca à taxa de juro, irá reparar que as taxas de retorno de aplicações com capital garantido são muito próximas de zero. Logo, para atingir retornos acima da taxa de inflação, que será certamente bastante superior a zero, terá de constituir uma carteira de investimento diversificada, assumindo algum risco.

 

Mas o risco não é algo mau?

Em artigos anteriores já abordámos a gestão de risco, mostrando as potencialidades de investir nos mercados financeiros e em ativos com algum risco. Na prática, quem procura retorno visível nos seus investimentos deverá diversificar os seus investimentos, sendo para tal potencialmente vantajoso investir através de instrumentos de investimento coletivo, como os fundos de investimento, os seguros financeiros ou os produtos de reforma.

 

Uma outra sugestão passa por definir um programa de entregas programadas diversificado orientado em particular para os produtos de reforma, selecionando o mais adequado ao seu perfil de risco.

 

Respondendo à pergunta, o risco não tem por que ser mau, pois pode ser sinónimo de mais retorno.
 

 

Os conteúdos apresentados não dispensam a consulta das entidades públicas ou privadas especialistas em cada matéria.

Com alguma probabilidade já estará consciente das notícias em torno da subida da taxa de inflação. Poderá também ter algumas dúvidas sobre o impacto que a inflação tem na sua carteira e como pode evitar perder dinheiro. Neste artigo explicamos as estratégias a seguir.

 

A taxa de inflação e a subida dos preços

Contrariamente ao que se esperava há uns meses, cada vez se assume mais que a subida do nível geral dos preços (taxa de inflação) é algo que veio para ficar. Na prática, esta subida de preços implica que as famílias perdem poder de compra, na medida em que os 100 euros que têm no bolso não compram hoje o mesmo que compravam há uns meses atrás. Tudo está mais caro.

 

Perder poder de compra é o mesmo que dizer que ficamos mais pobres. Ou seja, a inflação acaba por ser uma “mão invisível” que tira poder de compra, pelo menos para aqueles que estão menos atentos.

 

Qual o impacto da taxa de inflação nas suas poupanças?

O impacto da inflação na poupança é o mesmo que falámos acima. Se temos 1 000 euros poupados para consumir no futuro, sabemos que iremos comprar menos do que estávamos à espera. Logo, temos de garantir que o retorno que temos na nossa carteira de investimento é superior à taxa de inflação. Este é o único fator que contraria o efeito corrosivo da inflação. Mas como fazer?

 

Atenção às taxas de juro e de retorno

Ao analisar uma aplicação financeira tenderá a olhar com alguma atenção para as taxas de retorno garantidas ou para as taxas de retorno que as aplicações tiveram nos últimos anos. Neste contexto, tenha em atenção que as taxas comunicadas são taxas que não têm em consideração o efeito da inflação. Se a taxa de inflação se situar na casa dos 3%, por exemplo, significa que qualquer aplicação com taxa de retorno abaixo de 3% implica que perderá poder de compra.

 

Ainda no que toca à taxa de juro, irá reparar que as taxas de retorno de aplicações com capital garantido são muito próximas de zero. Logo, para atingir retornos acima da taxa de inflação, que será certamente bastante superior a zero, terá de constituir uma carteira de investimento diversificada, assumindo algum risco.

 

Mas o risco não é algo mau?

Em artigos anteriores já abordámos a gestão de risco, mostrando as potencialidades de investir nos mercados financeiros e em ativos com algum risco. Na prática, quem procura retorno visível nos seus investimentos deverá diversificar os seus investimentos, sendo para tal potencialmente vantajoso investir através de instrumentos de investimento coletivo, como os fundos de investimento, os seguros financeiros ou os produtos de reforma.

 

Uma outra sugestão passa por definir um programa de entregas programadas diversificado orientado em particular para os produtos de reforma, selecionando o mais adequado ao seu perfil de risco.

 

Respondendo à pergunta, o risco não tem por que ser mau, pois pode ser sinónimo de mais retorno.
 

 

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