Nota de imprensa

Resultados do Santander Portugal de janeiro a setembro de 2026

Santander em Portugal mantém melhor rentabilidade do setor, com €693,7 milhões de resultado líquido recorrente.
Edifício Santander
Lisboa, 28 de outubro de 2026

Os resultados dos primeiros nove meses de 2026 confirmam que o Santander continua a crescer de forma sólida em Portugal, com mais clientes, mais crédito à economia e relações cada vez mais fortes com as famílias e as empresas. A carteira de crédito aumentou 8,3%, para 56,5 mil milhões de euros, e a nossa base cresceu em 23 mil clientes ativos. São sinais de que continuamos a ganhar a confiança dos portugueses e, sobretudo, que temos capacidade para transformar essa confiança em oportunidades de crescimento.

 

O nosso papel vai além do financiamento: queremos ajudar famílias e empresas a concretizar os seus projetos. Até setembro, concedemos cerca de três mil milhões de euros em crédito habitação, acompanhando milhares de famílias numa das decisões mais importantes das suas vidas. Nas empresas, continuámos a apoiar o investimento, a inovação e a internacionalização, colocando ao serviço da economia a nossa capacidade financeira, o conhecimento do tecido empresarial português e a dimensão internacional do Grupo Santander. A liderança em número de operações nas linhas do Banco Português de Fomento e os 1,8 mil milhões de euros de financiamento sustentável concedidos este ano são exemplos concretos deste compromisso.

 

Continuamos também a transformar a forma como nos relacionamos com os clientes. Queremos ser o melhor banco digital com balcões, porque não vemos o digital e proximidade como alternativas. Estamos a concretizar esta visão com uma experiência cada vez mais simples e personalizada, com o desenvolvimento da nossa App e com a expansão dos WorkCafés, numa dinâmica que se prolongará ao longo dos próximos trimestres.

 

Este crescimento assenta num banco rentável, eficiente e rigoroso na gestão do risco. Alcançámos um resultado líquido recorrente de 693,7 milhões de euros e uma rentabilidade dos capitais próprios de 29,6%. Esta solidez de resultados dá-nos capacidade para investir, melhorar o serviço e continuar a financiar famílias e empresas, também quando o contexto se torna mais exigente.

 

A nossa ambição mede-se pela relevância que temos na vida dos clientes e pelo contributo que damos ao crescimento de Portugal. É com esse foco que continuaremos a crescer, com a ambição de ser o banco principal de cada vez mais clientes.

 

Isabel Guerreiro, Presidente Executiva do Banco Santander Portugal

Principais destaques:
  • O Banco Santander Totta registou, nos primeiros nove meses de 2026, um resultado líquido recorrente de 693,7 milhões de euros, correspondente a uma elevada rentabilidade, com um RoTE de 29,6%, alavancada em eficiência operacional (rácio de eficiência de 27,3%) e elevada qualidade do crédito (custo do crédito de 6 p.b.).
  • O Banco continua a crescer a base de clientes, ativos e digitais, captando a transacionalidade, e materializando a estratégia do Santander de ser cada vez mais o banco principal dos seus clientes. No final de setembro, os clientes ativos ascendiam a 1,97 milhões (+23 mil face a dezembro de 2025), e os clientes digitais cresceram 54 mil, no mesmo período, para 1,38 milhões. O Santander continua a transformação da sua rede comercial, orientada para ser um banco digital com agências, com a expansão da rede de WorkCafés para 10 espaços.
  • O Santander continua, igualmente, a captar a transacionalidade dos seus clientes, materializada em mais de 1,3 milhões de operações diárias de compras e levantamentos (+7,7% em termos homólogos).
  • A estratégia inclui também a renovação do programa de fidelização com o Santander Rewards, que reforça a relação com os clientes através da atribuição de pontos pela aquisição de produtos do Banco. Mais de 200 mil clientes já trocaram pontos por recompensas imediatas. A Experiência Select, disponível para todos os clientes deste segmento, também contribui para diferenciar a nossa proposta de valor.
  • Neste período, o Santander continuou, também, a disponibilizar soluções de financiamento adequadas aos projetos dos clientes, particulares e empresas. O Banco manteve dinamismo na concessão de crédito à habitação, assim como no apoio a empresas e institucionais, também através das linhas do Banco Português de Fomento, onde mantém posição de destaque nas operações originadas. Neste período, o financiamento sustentável ascendeu a 1,8 mil milhões de euros. No final de setembro de 2026, a carteira de crédito a clientes (bruto) ascendeu a 56,5 mil milhões de euros (+8,3%), com elevada qualidade (rácio de NPE de 1,3%).
  • Os recursos de clientes ascenderam a 51,6 mil milhões de euros (+6,3%), com crescimento diversificado entre depósitos (+6,3%) e recursos fora de balanço (+5,9%).
  • O Santander em Portugal mantém uma adequada solidez de capital. O rácio CET1 (phase-in) situou-se em 15,3% (+1,3 p.p. face ao período homólogo).
  • Em 2026, o Santander voltou a ser distinguido pela Euromoney e pela Global Finance como “Melhor Banco em Portugal”. A Euromoney reconheceu ainda o Santander como “Melhor Banco de Investimento” e “Melhor Banco em Responsabilidade Social Corporativa”. Estes prémios juntam-se ao de “Melhor Banco de Trade Finance”, atribuído pela Euromoney, e de “Melhor Banco para PME”, pela Global Finance.
  • O reconhecimento estendeu-se também aos consumidores, com o Prémio Cinco Estrelas 2026 na categoria de Crédito Habitação, dois prémios Produto do Ano 2026 para o OneCare e para a App Santander, e a distinção de Marca Recomendada 2026 pela Consumers Trust.
  • Na vertente de talento e empregabilidade, o Santander foi considerado, pelo segundo ano consecutivo, o Melhor Banco para trabalhar em Portugal pelo ranking Merco Talento Universitário 2025, e voltou a ser distinguido como Top Employer 2026 em Portugal, pelo quarto ano consecutivo.
  • O Santander em Portugal mantém elevados ratings, com as notações de dívida de longo prazo do Banco Santander Totta a evidenciarem a sua solidez, em comparação com a República Portuguesa: Fitch – A+ (Portugal – A+); Moody’s – Baa1 (Portugal – A3); S&P – A (Portugal – A+); DBRS – A (Portugal – A(High)).